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How to get to Arneirós (Viseu) Hotel Arneirós (Viseu)

Photos of Arneirós, Viseu

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Capela da Senhora da Esperança - Lamego - Portugal 🇵🇹
Capela da Senhora da Esperança - Lamego - Portugal 🇵🇹
  • Author: Portuguese_eyes Follow on flickr foto flickr
  • Date of photography: 2019-11-11 11:54:11
  • Geographical coordinates of the taken: 41°6'8"N - 7°48'28"W
  • Capela renascentista, de finais do século XVI, com um alpendre assente em colunas. Foi fundada em 1586, conhecendo sucessivas alterações e adições que lhe transformaram o aspeto inicial. No interior sobressaem os azulejos seiscentistas, uma imagem de Nossa Senhora da Esperança, do século XVI, os tetos pintados e a talha dourada dos altares. www.allaboutportugal.pt/pt/lamego/monumentos/capela-de-no...
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Capela do Senhor da Serra - Serra das Meadas - Portugal 🇵🇹
Capela do Senhor da Serra - Serra das Meadas - Portugal 🇵🇹
  • Author: Portuguese_eyes Follow on flickr foto flickr
  • Date of photography: 2019-11-11 11:54:30
  • Geographical coordinates of the taken: 41°6'19"N - 7°49'56"W
  • Esta Capela foi doada pelo Dr. João de Almeida - notável cirurgião, fundador e mestre dos serviços de cirurgia do hospital de Lamego - e transferida pelo Rotary Clube de Lamego, em 1973, para este local onde se encontra, sito na serra das Meadas. lamegoimage.blogspot.com/2015/11/capela-de-nossa-senhora-...
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Hotel Arneirós
Castelo de Lamego - Portugal 🇵🇹
Castelo de Lamego - Portugal 🇵🇹
  • Author: Portuguese_eyes Follow on flickr foto flickr
  • Date of photography: 2019-11-11 11:54:38
  • Geographical coordinates of the taken: 41°5'57"N - 7°48'31"W
  • O “Castelo de Lamego” localiza-se na freguesia de Lamego (Almacave e Sé), cidade e concelho de Lamego, distrito de Viseu, em Portugal. “Ex libris” da cidade, do alto de seus muros avistam-se as águas dos rios Coura, Balsemão e Varosa. História Antecedentes A primitiva ocupação humana do seu sítio remonta a um castro pré-histórico. Alguns autores consideram que aqui teria habitado o povo de Lacão (c. século V a.C.), conquistado pelos romanos. Quando da invasão romana da península Ibérica, o imperador Trajano terá ordenado a reconstrução do povoado, então denominado de “Lameca”, passando de simples “villa” a “civitas” por volta do século IV, período em que já conheceria o cristianismo. Entre o século V e o século VIII esteve no domínio dos Visigodos, quando a povoação foi sede de bispado, da qual é testemunha a Basílica de São Pedro de Balsemão, erguida entre os séculos VI e VII, em estilo visigótico. A partir do século VIII a povoação conheceu o domínio Muçulmano. O castelo medieval À época da Reconquista cristã da região, a povoação foi inicialmente tomada por Ordonho II da Galiza (910). Posteriormente foi reconquistada (997) pelas forças de Almançor, califa de Córdova. Foi tomada com dificuldade aos muçulmanos por Fernando I de Leão (1037-1065) a 29 de novembro de 1057, o que demonstra o valor da sua fortificação à época: “E, pero que a cidade era mui forte, foy cercada em redor. E tantos engenhos e Castellos de madeira lhe pos e tã ryjo a cõbateo que a tomou per força.”. (Crónica Geral de Espanha, 1344). Os domínios da povoação e seu castelo foram doados como dote a D. Teresa de Leã [Castelo de Lamego] ;o quando do seu casamento com D. Henrique de Borgonha, passando a integrar os domínios do Condado Portucalense. Com a independência de Portugal, foram doados aos Mendes, senhores de Bragança. Na campanha construtiva que se desenvolveu na segunda metade do século XII, à qual devemos a torre de menagem e a alcáçova, foram mantidas as muralhas, desprovidas de ameias, e a cisterna, erigidas pelos muçulmanos no século XI. No reinado de Sancho II de Portugal (1223-1248), Abril Peres de Lumiares foi alcaide do castelo até 1245. Acredita-se que a partir das "Inquirições" de 1258, sob o reinado de Afonso III de Portugal (1248-1279), tenha tido lugar a ereção da cerca da vila. Nos séculos XIV e XV a vila prosperou graças à manufatura de tecidos, com uma feira anual de expressão regional. Nesse período foram alcaides do castelo os Coutinho, entre os quais se notabilizou Gonçalo Vasques Coutinho, também alcaide do Castelo de Trancoso, que durante a crise de sucessão de 1383-1385, tomou partido pelo Mestre de Avis. Ao final do século XV, D. Francisco Coutinho, 4.° conde de Marialva, fez rasgar a meio da torre, uma janela de assento. Após um breve período de recessão económica durante o século XVI, o comércio de vinho trouxe uma nova prosperidade à região no século XVII, o que é percetível pela construção de grande número de solares em Lamego. Data possivelmente de 1642 a feitura do nicho de Nossa Senhora da Graça, por ordem de António Soares de Castro, e de 25 de agosto de 1696 o contrato para a execução das grades da cadeia, anexa à torre, com o serralheiro António Luís, por 250$000 reis. De acordo com uma descrição de 1730 a Porta da Vila era então formada por um arco com duas torres, onde se encontrava um sino que servia de relógio. A antiga Casa da Câmara era um antigo baluarte, sendo alpendrada, com colunas de pedra lavrada e com torre; um segundo baluarte designava-se &ld [Castelo de Lamego] quo;Castelinho”. Posteriormente, promoveu-se a limpeza da antiga cisterna (1749). Data de 1758 uma referência ao oratório de Nossa Senhora da Graça, na parte interna do arco da Porta do Sol; neste momento a cisterna encontrava-se encerrada por questões de segurança. Em 1789 tem lugar a execução de um sino por Mateus Gomes, por ordem de Câmara da Cidade. Nesse mesmo ano, a 6 de março celebra-se contrato com os caiadores Bernardo Cardoso e Francisco de Moura para a obra da torre do castelo. Em 1824 foi dada autorização para a construção de casas sobre a muralha. No mesmo ano executou-se um sino. Uma década mais tarde (1834) um negociante da cidade obteve licença para demolir um torreão que estava inserido na sua casa. Nesse mesmo ano a Câmara Municipal mudou de instalações. Em 1875 um sino foi executado por Narciso António de Braga. Do século XX aos nossos dias Os conjuntos do “Castelo de Lamego e cisterna / Castelo e cerca urbana de Lamego” encontram-se classificados como Monumento Nacional pelo Decreto de 16 de junho de 1910, publicado no Diário do Governo, I Série, n.º 136 de 23 de junho de 1910 (castelo) e pelo Decreto n.º 38.491, publicado no Diário do Governo, I Série, n.º 230, de 6 de novembro de 1951 (cisterna). Por determinação da Câmara, em 1914 foi executado um sino por Adriano Loureiro. Posteriormente, em 1920 teve lugar a arrematação do relógio para a torre de menagem, substituindo o primitivo, situado na Porta da Vila. A intervenção do poder público no monumento iniciou-se numa primeira etapa de 1940 a 1944 por iniciativa da Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN) dentro do Plano de Restauro dos Monumentos Nacionais empreendido pelo Estado Novo no âmbito da comemoração dos centenários da Fundação e Restauração da nacionalidade (1140, 1640), vindo as sineiras e os sinos que existiam no alto da torre a [Castelo de Lamego] ser retiradas para lhe acrescentarem as ameias. Desse modo, entre 1940 e 1941 procedeu-se a remoção dos sinos para a Igreja de Santa Maria de Almacave. Posteriormente, em 1949, a Câmara Municipal procedeu a reparos nos acessos. Novas campanhas de intervenção se sucederam, a cargo da DGEMN, entre 1955 e 1991, libertando o monumento de edificações adossadas, consolidando, recuperando e reconstruindo estruturas, em beneficiações diversas. O conjunto encontra-se afeto à Câmara Municipal de Lamego, por auto de cessão de 21 de outubro de 1950. Em 1976 o Castelo acolheu a sede do Grupo n.º 49 dos Escoteiros de Portugal e por iniciativa dos Escoteiros, com o apoio da autarquia, a Praça de Armas do castelo foi limpa e arranjada. Em 26 de maio de 1977 foi celebrado um protocolo entre a Câmara Municipal de Lamego e a Associação dos Escoteiros de Portugal, o qual confirmou que o Castelo acolhesse a sede do Grupo n.º 49, ficando a cargo destes a limpeza, conservação, bem como a sua guarda. Em outubro de 2005 foi elaborada a Carta de Risco do imóvel pela DGEMN. Em novembro de 2013, a Cisterna de Lamego reabriu após ter sofrido importantes obras de requalificação que a converteram num Centro de Memória. Características Exemplar de arquitetura militar, românico e gótico. Originalmente de montanha, ergue-se na cota de 543 metros acima do nível do mar, implantado em monte de afloramentos graníticos e de xisto, atualmente com os dois panos de muralha, interna e externamente, inseridos na malha urbana. Apresenta planta orgânica (adaptada ao terreno em que se inscreve), dominada pela torre de menagem a oeste, de planta quadrada, com cerca de 20 metros de altura, ameada. Esta é acedida por porta em nível superior, a c. 3 metros do solo, e divide-se internamente em três pisos de madeira, comunicantes entre si por escadas do mesmo material, com as fachadas rasgadas por pequenas frestas de iluminação, algumas alteradas no século XVI para serem transformadas [Castelo de Lamego] em janelas, por ordem do último conde de Marialva, D. Francisco Coutinho, possivelmente com o intuito de dar à torre uma função habitacional. Compondo a alcáçova, adossa-se pela sua face interna o perímetro amuralhado, hexagonal e irregular, com adarve e porta de acesso de arco quebrado, orientada sensivelmente a leste. Um segundo pano de muralha, bastante mais extenso contorna a cidadela, prolongando-se, para sul, a cotas bastante inferiores. Para leste, entre significativos troços de muralha, rasga-se a "Porta da Vila" (também denominada dos Figos, do Aguião, do Norte ou dos Fogos), formada por dois torreões laterais e, em plano mais recuado, porta de arco apontado, sobre o qual, na sua face interna e superior, se construiu um oratório de madeira. À esquerda, dispõem-se as escadas de acesso ao balcão onde estava o sino e, no topo, a torre da antiga Câmara. Neste imóvel, onde funcionou a Câmara Municipal até 1834, altura em que se mudou para a Casa da Relação (atual Paço do Bispo), encontra-se a sede do Corpo Nacional de Escutas. No extremo sul ergue-se a "Porta do Sol", em pano de muralha de avultadas proporções, composta por arco quebrado. Esta possui um nicho epigrafado, e que, tal como a outra, são os acessos aos dois mais importantes eixos viários do tecido urbano do perímetro muralhado. Junto a esta última encontramos uma casa brasonada que pertenceu à Ordem de Cister e mais tarde veio a ser casa da roda. Junto a um troço de muralha, na rua com o seu nome, localiza-se a cisterna de pedra lavrada e siglada, com as dimensões aproximadas de vinte metros de comprimento por dez de largura, abobadada em cantaria de ogiva nervurada com quatro arcos apoiados em pilares laterais, no eixo dos quais se rasga uma pequena abertura para iluminação. Lateralmente a meia altura, possui uma porta de acesso, com escada interior, estando ligada a um resto de pano de muralha. Próximo, abre-se a Praça de Armas, em forma de hexágono irregular, cuja muralha, com c [Castelo de Lamego] . 90 metros de perímetro, é dotada de adarve, acessível pelo lado norte por um lanço de escadas. A meio da Rua do Castelo podemos ver a capela da Senhora do Socorro, em cuja parede exterior se encontra um painel de azulejos com a inscrição “N. S. do Coro 1671”. Perto desta existia outra capela de invocação a São Salvador, onde teria sido a primitiva Sé. A lenda da moura Ardínia De acordo com uma lenda local, ao tempo do domínio muçulmano vivia no castelo uma princesa moura, de nome Ardínia, filha do governante, que se enamorou de um cavaleiro cristão, Tedom Ramires. Tendo ambos combinado o casamento e a fuga para terras cristãs, assim o fizeram. O pai da jovem, entretanto, logrou alcançá-la na ermida de São Pedro, junto ao rio Távora, quando a jovem acabara de se converter à fé cristã, sendo pelo próprio pai afogada nas águas desse rio. O cavaleiro enamorado, ao saber destas novas, fez voto de nunca se casar, vindo a ser morto em combate com os muçulmanos, junto ao rio Tedo, que por isso tomou o seu nome. (PINHO LEAL, Portugal Antigo e Moderno, 1874) Uma outra versão refere que, à mesma época, era senhor do castelo um rei mouro de nome Alboacém, pai de uma bela princesa de nome Ardínia. A beleza da jovem era tal que seduziu imediatamente o cavaleiro cristão Tedon, bisneto de Ramiro II de Leão, quando um dia, disfarçado, veio a Lamego. O primeiro encontro entre Tedon e Ardínia aconteceu no laranjal do castelo numa noite de luar. Com o suceder dos encontros secretos, a paixão proibida entre os dois jovens aumentou a ponto de decidirem fugir para o convento de São Pedro das Águias, onde o Abade Gelásio os casou. O pai da princesa, entretanto, ciente da fuga, procurou-a por toda a parte, vindo a encontrá-la refugiada naquele convento, onde a matou. Até hoje se afirma na região que, quando o castelo é envolvido pelo nevoeiro no Inverno, o fantasma da princesa esvoaça sobre ele. fortalezas.org/index.php?ct=fortaleza&id_fortaleza=18...
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Caves da Raposeira SA - Lamego - Portugal 🇵🇹
Caves da Raposeira SA - Lamego - Portugal 🇵🇹
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  • Date of photography: 2019-11-11 11:55:02
  • Geographical coordinates of the taken: 41°6'19"N - 7°49'56"W
  • O prestígio dos vinhos da região de Lamego remonta ao século XVI e foi definitivamente consagrado com a produção dos espumantes Raposeira, empresa fundada há mais de 100 anos. Estudos então realizados pelos seus proprietários na famosa região de Champagne, em França, e uma série de experiências levadas a cabo em terras lamecenses pelos mesmos permitiram criar a personalidade de alguns dos mais consagrados espumantes portugueses. comunicacao_r3_c5Lamego, terra de grandes pergaminhos e com lugar cativo na história de Portugal, foi, assim, terra-mãe deste néctar que foi buscar às castas originais de champagne a sua matéria prima mas que se afirmou como um produto de carácter bem nacional. Ao longo dos tempos, a Raposeira conquistou uma posição sólida nos mercados graças à elevada qualidade dos espumantes produzidos. Essa qualidade valeu-lhe a liderança quase permanente do sector a nível nacional. popsprodutos_champanheiraÉ com extremo cuidado, alto profissionalismo e um rigoroso controlo de qualidade que a Raposeira selecciona, transporta e vinifica as uvas. Cada etapa de produção é acompanhada de perto pelos enólogos, cujo saber científico consolida um século de experiência acumulada. popsprodutos_flutesA segunda fermentação efectua-se em garrafa segundo o método tradicional champanhês, ou método clássico. Assim, o vinho e os fermentos naturais desenvolvem um cuidadoso processo de evolução em que as condições de humidade, luz e temperatura são fundamentais. As operações de “remuage”, “degorgement” e licorização, sempre pelas mãos de quem sabe, completam o processo de criação destes espumantes e dão-lhe o toque final de distinção. popsprodutos_frappeOs espumantes Raposeira guardam o carácter intenso da região Beira-Douro, sublimam o sabor inconfundível dos seus néctares e são o fruto da persistência da sua gente. Não há lar em Portugal onde o nome Raposeira não seja sinónimo de festa. Seja de aniversário, de casamento ou de baptizado. Aliás, esse é um dos grandes pontos fracos do espumante… a sua associação a momentos festivos, o que concede um cariz excessivamente sazonal às vendas. popsprodutos_packnatal1Ao contrário do champanhe, cujo método de produção é repetido, na perfeição, para dar origem ao espumante (só o vinho produzido na região demarcada de Champagne, em França, pode usar essa designação), e do vinho cava (o espumante espanhol da região da Catalunha). “Em Champagne quase não se vendem vinhos tintos ou brancos. As pessoas acompanham uma refeição completa com champanhe e na Catalunha é o mesmo. À noite, em tudo quanto é espaço, seja tabernas, bares ou restaurantes, há cava a flute ou a copo”, garante Orlando Lourenço, administrador da Raposeira e da Murganheira. Em Portugal, há ainda um longo caminho a percorrer na educação do consumidor para o consumo regular de espumante. Isto apesar das muitas iniciativas de promoção e educação que as duas empresas tentam fazer junto dos restaurantes e hotéis no sentido de que o espumante seja sugerido ao cliente como aperitivo, no início da refeição, ou mesmo acompanhando-a do princípio ao fim.Aprender com os espanhóisMas Orlando Lourenço reconhece que ainda temos muito a aprender com os nossos vizinhos espanhóis. Basta ver que das 2,4 milhões de garrafas de espumante Raposeira e 1,2 milhões de Murganheira vendidas anualmente, só uma percentagem muito pequena, da ordem dos 10 a 15%, se destina aos mercados externos. “A Catalunha tem sete milhões de habitantes, produz 280 milhões de garrafas de vinho cava por ano e consegue exportar 175 milhões de garrafas. É o maior exportador de espumante do mundo, enquanto nós, em Portugal, não conseguimos sequer que se consumam 10 milhões de garrafas por ano”, queixa-se este responsável. A nível interno, a diferença está no facto de os espanhóis terem conseguido dar ao cava a designação de “bebida nacional”, diz Orlando Lourenço. E a nível externo? “Não conseguimos ser competitivos a nível de preço, nomeadamente porque eles têm factores de produção mais baratos do que os nossos, porque recebem ajudas à exportação dos governos autonómicos e porque fazem prevalecer a legislação nacional à comunitária”, assegura. Veja-se o caso dos vinhos Asti italianos. “Aparecem no mercado com 6,5 e 7 graus quando a legislação obriga a que os espumantes tenham de ter mais de 12 graus de álcool. É difícil concorrer assim”, sublinha Orlando Lourenço. Isto já para não falar dos “tiros no pé” do sector da restauração. “Em Portugal, uma garrafa de espumante custa num restaurante 400% mais do que na origem, quando na Catalunha os produtores conseguiram acordos com a associação de restauração para que sejam praticadas, no máximo, margens de lucro de 30 a 35%. É fácil encontrar uma boa garrafa de cava por sete, oito ou dez euros na Catalunha, enquanto em Portugal encomendar um topo de gama da Raposeira ou da Murganheira é uma tragédia para o bolso do consumidor”, critica. E a verdade é que a Murganheira desenvolveu, inclusive, uma rolha especial para favorecer a venda de espumante a copo nos restaurantes. Mas nem assim. “Se se abre uma garrafa de espumante num restaurante, todos se viram para ver se alguém está a fazer anos”, constata Orlando Lourenço.Apesar disso, a verdade é que um longo caminho foi já percorrido e a Murganheira conseguiu libertar-se um pouco dessa associação aos momentos festivos. Não só conseguiu que cerca de 40% das vendas sejam realizadas no decorrer do primeiro semestre, como conseguiu fazer subir a fasquia no tipo de venda. “Aproximadamente metade do que vendemos é dos vários tipos de espumante bruto, sem dúvida o mais aproximado ao champanhe”, reconhece o administrador da empresa. Na Raposeira, há ainda um longo caminho a percorrer, já que os brutos não representam mais de 15% das vendas. A Raposeira é líder de mercado em quantidade, mas à Murganheira compete uma certa liderança no domínio da qualidade, apresentando produtos 20 a 25% mais caros. A empresa aposta também em tempos de estágio três a quatro vezes superiores aos definidos por lei e tem uma propriedade de 25 hectares onde plantou castas específicas do champanhe, designadamente pinot noir e chardonay, para além das castas tradicionais do Douro, como a malvasia fina, a touriga nacional e a tinta roriz, entre outras. Aliás, o que Orlando Lourenço sabe sobre o bem fazer do espumante aprendeu-o na sua formação na Station Oenotechnique de Champagne. Sendo certo que a Raposeira sempre teve milhares de visitantes, por tradição, o museu, com abertura prevista para 2008, servirá para potenciar ainda mais essa componente. Mas esta área vai ser reforçada com um projecto na área do turismo e da vinoterapia, com um grande hotel e um espaço multiusos para festas e recepções. O projecto é do arquitecto Capinha Lopes e envolve um investimento de “alguns milhões de euros”. “Estamos a ver como é que o mercado responde. Não queremos caminhar depressa de mais”. FONTE: DIÁRIO DE NOTÍCIAS www.clubevinhosportugueses.pt/vinhos/caves-da-raposeira-l...
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Centro Arqueológico da Porta dos Figos - Lamego - Portugal 🇵🇹
Centro Arqueológico da Porta dos Figos - Lamego - Portugal 🇵🇹
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  • Date of photography: 2019-11-11 11:53:52
  • Geographical coordinates of the taken: 41°5'58"N - 7°48'31"W
  • Constitui o mais importante conjunto arqueológico descoberto em Lamego que ilustra a dinâmica de transformação da cidade ao longo de mais de dois mil anos da sua história. Dispostos em "camadas" sobrepostas, os vestígios proporcionam uma "viagem no tempo", desde a mais recuada ocupação residencial daquele espaço, nos períodos romano (sécs. I a V) e suevo-visigodo (sécs. V-VII), quando a cidade foi promovida a sede episcopal, passando pela sua transformação num cemitério (sécs. IX-XI), abandonado para dar lugar à nova cintura muralhada da cidade (sécs. XII-XIII) e ao casario que está na origem do urbanismo actual do Bairro do Castelo. O visitante dispõe de um percurso que permite a leitura das estruturas arqueológicas acompanhada de uma videoprojeção e da exibição de objectos encontrados no local, com destaque para um importante tesouro monetário romano, do nal do séc. IV, bem como de peças de cerâmica, vidro e outros objetos ilustrativos do quotidiano de quem habitou aquele espaço ao longo do tempo. Um ecrã interativo permite explorar informação sobre o cemitério e os dados bioantropológicos dos indivíduos nele sepultados. www.cm-lamego.pt/patrimonio/nucleo-arqueologico-porta-dos...
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Centro Multiusos de Lamego - Portugal 🇵🇹
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  • Date of photography: 2019-11-11 11:54:03
  • Geographical coordinates of the taken: 41°5'44"N - 7°48'47"W
  • Com localização privilegiada no coração da cidade, o Centro Multiusos de Lamego foi construído com uma polivalência que lhe permite acolher grandes competições desportivas, congressos, feiras, exposições, concertos musicais e outros espectáculos. Sobranceiro a toda a cidade, o frondoso parque do monte de Santo Estêvão relaciona-se directamente com o centro da cidade de Lamego através do imponente Escadório do Santuário de Nossa Senhora dos Remédios, cujo enfiamento se prolonga pela Avenida das Tílias. No alçado sul onde se localizam os acesso principais ao Edifício, o grande anfiteatro permite criar a ligação entre as duas praças, a nova à cota alta e a existente à cota baixa. O Parque Urbano ganha uma nova orientação, fundindo-se na sua extremidade Norte com a nova Praça sobre o Pavilhão. Estes três novos espaços, Parque, Feira e Praça, em articulação directa com o eixo urbano definido pela Alameda e Escadório de Nossa Senhora dos Remédios, reforçam e qualificam de forma significativa o espaço público da Cidade de Lamego. O Pavilhão, equipamento âncora da intervenção, possibilita vários usos, fruto da polivalência da arena e do foyer cujo vão livre com 50 metros e pé direito de 10 possibilitam. O Pavilhão dispõe ainda de balneários e camarins, sala polivalente e auditório para 120 pessoas, que complementam a sua versatilidade. Adoçado ao Pavilhão, existe um parque de estacionamento automóvel. www.cm-lamego.pt/desporto-municipal/equipamentos-municipa...
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modern desert • lamego, portugal • 2019
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  • Date of photography: 2019-10-31 08:19:14
  • Geographical coordinates of the taken: 41°5'31"N - 7°48'58"W
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romance • lamego, portugal • 2019
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  • Date of photography: 2019-10-30 08:05:21
  • Geographical coordinates of the taken: 41°5'31"N - 7°48'58"W
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Nossa Senhora dos Remédios (Lamego)
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  • Date of photography: 2016-05-15 13:28:22
  • Geographical coordinates of the taken: 41°5'30"N - 7°48'59"W
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Nossa Senhora dos Remédios (Lamego)
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  • Date of photography: 2016-05-15 14:04:08
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Nossa Senhora dos Remédios (Lamego)
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Nossa Senhora dos Remédios (Lamego)
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shadows and lights • lamego, portugal • 2019
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