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How to get to Capela (Viseu) Hotel Capela (Viseu)

Photos of Capela, Viseu

photos found. 158. Photos on the current page: 15
1 
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“Andalusian Sunset...” Córdoba - Spain
“Andalusian Sunset...” Córdoba - Spain
  • Author: 2minority.report Follow on flickr foto flickr
  • Date of photography: 2019-09-22 20:12:18
  • Geographical coordinates of the taken: 40°41'11"N - 7°54'47"W
  • License*: All Rights Reserved - photo in flikr foto flickr
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Viseu - street art
Viseu - street art
  • Author: jaime.silva Follow on flickr foto flickr
  • Date of photography: 2019-05-21 15:13:58
  • Geographical coordinates of the taken: 40°39'48"N - 7°54'56"W
  • work by Regg, 2019
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Hotel Capela
Viseu - street art
Viseu - street art
  • Author: jaime.silva Follow on flickr foto flickr
  • Date of photography: 2019-05-21 16:18:22
  • Geographical coordinates of the taken: 40°40'40"N - 7°55'34"W
  • work by Rosário Pinheiro, 2019
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Viseu
Viseu
  • Author: jaime.silva Follow on flickr foto flickr
  • Date of photography: 2018-10-12 18:26:38
  • Geographical coordinates of the taken: 40°39'54"N - 7°54'42"W
  • License*: Attribution-NonCommercial-NoDerivs License - photo in flikr foto flickr
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Viseu - street art
Viseu - street art
  • Author: jaime.silva Follow on flickr foto flickr
  • Date of photography: 2018-10-13 12:40:46
  • Geographical coordinates of the taken: 40°39'52"N - 7°54'45"W
  • work by Eduardo Relero, 2018
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Viseu - street art
Viseu - street art
  • Author: jaime.silva Follow on flickr foto flickr
  • Date of photography: 2018-10-13 12:43:01
  • Geographical coordinates of the taken: 40°39'52"N - 7°54'45"W
  • work by Eduardo Relero, 208
  • License*: Attribution-NonCommercial-NoDerivs License - photo in flikr foto flickr
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Viseu - street art
Viseu - street art
  • Author: jaime.silva Follow on flickr foto flickr
  • Date of photography: 2018-10-12 16:18:40
  • Geographical coordinates of the taken: 40°39'40"N - 7°55'18"W
  • work by Draw, 2016
  • License*: Attribution-NonCommercial-NoDerivs License - photo in flikr foto flickr
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Viseu - street art
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  • Author: jaime.silva Follow on flickr foto flickr
  • Date of photography: 2018-10-12 16:20:58
  • Geographical coordinates of the taken: 40°39'40"N - 7°55'18"W
  • work by Draw, 2016
  • License*: Attribution-NonCommercial-NoDerivs License - photo in flikr foto flickr
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Viseu - street art
Viseu - street art
  • Author: jaime.silva Follow on flickr foto flickr
  • Date of photography: 2018-10-12 16:09:07
  • Geographical coordinates of the taken: 40°39'45"N - 7°55'21"W
  • work by Breakone, 2017
  • License*: Attribution-NonCommercial-NoDerivs License - photo in flikr foto flickr
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Viseu - street art
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  • Author: jaime.silva Follow on flickr foto flickr
  • Date of photography: 2018-10-12 16:10:25
  • Geographical coordinates of the taken: 40°39'45"N - 7°55'21"W
  • work by Breakone, 2017
  • License*: Attribution-NonCommercial-NoDerivs License - photo in flikr foto flickr
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Viseu - street art
Viseu - street art
  • Author: jaime.silva Follow on flickr foto flickr
  • Date of photography: 2018-10-12 16:02:16
  • Geographical coordinates of the taken: 40°39'46"N - 7°55'11"W
  • work by "The Caver", 2016
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Viseu - street art
Viseu - street art
  • Author: jaime.silva Follow on flickr foto flickr
  • Date of photography: 2018-10-12 16:03:33
  • Geographical coordinates of the taken: 40°39'46"N - 7°55'11"W
  • work by "The Caver", 2016
  • License*: Attribution-NonCommercial-NoDerivs License - photo in flikr foto flickr
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Convento de São Francisco - Orgens - Portugal 🇵🇹
Convento de São Francisco - Orgens - Portugal 🇵🇹
  • Author: Portuguese_eyes Follow on flickr foto flickr
  • Date of photography: 2018-01-01 11:24:23
  • Geographical coordinates of the taken: 40°40'13"N - 7°56'24"W
  • Do antigo mosteiro de São Francisco do Monte de Orgens apenas subsiste a igreja, transformada em paroquial aquando da extinção das ordens religiosas, parte do refeitório, o lageado do claustro e os perfis da arcaria a Sul, confinante com o templo. Fundado em 1410 por Frei Pedro de Alemanços, natural da Galiza, este mosteiro franciscano teve a sua origem numa pequena ermida dedicada a São Domingos que existia no local onde foi depois levantada a igreja e as dependências. Ao longo das centúrias seguintes foi objecto de múltiplas intervenções arquitectónicas, decorativas e das próprias vivências, com a transferência dos religiosos para a cidade de Viseu, na primeira metade do século XVII. A década de 1740 veio trazer nova vida ao mosteiro, e a igreja que hoje conhecemos é a face ainda visível desta campanha de obras que revalorizou uma casa então bastante arruinada. Estabelecidos os primeiros religiosos em Orgens, cedo a nobreza de Viseu beneficiou o mosteiro com donativos, tornando-se a sua igreja num dos espaços preferidos para enterramento destas famílias. Deve-se, no entanto, ao rei D. Afonso V a maior contribuição em esmolas e pedraria, que permitiram edificar a igreja e restantes dependências. Todavia, o relativo afastamento de Viseu, a necessidade de novas obras e a humidade do local, nefasta para os religiosos, veio a ditar a sua transferência para um novo convento, a construir na cidade. O primeiro requerimento a solicitar a mudança data de 1603, mas diversos problemas atrasaram a efectivação desta medida, apenas concretizada a 6 de Março de 1635, quando foi lançada a primeira pedra na Quinta de Mançorim. Entretanto, todos estes atrasos motivaram novas obras de conservação no antigo mosteiro, tendo-se mesmo refeito a capela-mor. Mas aqui só vieram a ficar oito religiosos e um presidente, funcionando o antigo mosteiro como oratório. As obras sucedem-se em Orgens e em 1741, graças à esmola do Reverendo Manuel Ferreira, abade de Povolide, iniciou-se uma grande reforma de todos os espaços, que ficaria concluída em 1749. Foi autor do projecto o irmão arquitecto Frei Francisco de Jesus Maria, de Vila Real, construindo-se então três dormitórios de vinte celas, livraria, hospedaria, claustros com varandas no andar superior, e a igreja. A fachada do templo enquadra-se no modelo de tantas outras destes religiosos, sendo definida por pilastras de aparelho rusticado, rematadas por fogaréus, nos cunhais, e apresentando arco abatido na galilé, sobrepujado por janelão do coro que, por sua vez, é enquadrado por nichos com a imagem de São Francisco e de São Domingos. No mesmo eixo central abre-se ainda um óculo e o frontão é contracurvado, com cruz na empena. No interior, a nave única e a capela-mor, cobertas por abóbada de berço, articulam-se através de arco triunfal, sobre o qual se observa uma Crucificação ladeada pelas imagens de Nossa Senhora e São João, e em baixo o brasão do Reverendo Manuel Ferreira. Um lambril de azulejos de figura avulsa, certamente executado nas oficinas coimbrãs, cerca de 1745, percorre o espaço, no qual se destaca, ainda, o retábulo-mor, de talha dourada maneirista, atribuível ao entalhador local Francisco Lopes de Matos. Há também a assinalar os retábulos colaterais, de talha dourada, as capelas na nave abertas por arcos de pedraria, e o coro alto, com balaustres a que se sobrepõe, ao centro, uma maquineta com a imagem de São Francisco. Com a extinção das ordens religiosas, em 1834, o edifício conventual e a cerca foram vendidos e depois praticamente demolidos. A igreja passou para a posse da paróquia, que ainda hoje a conserva. O processo de extinção regista um inventário de todas as peças existentes à época. Uma referência final para o terreiro que antecede a igreja e onde se pode observar um cruzeiro com uma imagem de São Francisco datada de 1711, e a denominada fonte de ouro, inscrita num arcossólio quinhentista que pertencia, muito possivelmente, à igreja anterior. (RC) www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-im...
  • License*: Attribution-NonCommercial-ShareAlike License - photo in flikr foto flickr
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Convento de São Francisco - Orgens - Portugal 🇵🇹
Convento de São Francisco - Orgens - Portugal 🇵🇹
  • Author: Portuguese_eyes Follow on flickr foto flickr
  • Date of photography: 2018-01-01 11:25:21
  • Geographical coordinates of the taken: 40°40'13"N - 7°56'24"W
  • Do antigo mosteiro de São Francisco do Monte de Orgens apenas subsiste a igreja, transformada em paroquial aquando da extinção das ordens religiosas, parte do refeitório, o lageado do claustro e os perfis da arcaria a Sul, confinante com o templo. Fundado em 1410 por Frei Pedro de Alemanços, natural da Galiza, este mosteiro franciscano teve a sua origem numa pequena ermida dedicada a São Domingos que existia no local onde foi depois levantada a igreja e as dependências. Ao longo das centúrias seguintes foi objecto de múltiplas intervenções arquitectónicas, decorativas e das próprias vivências, com a transferência dos religiosos para a cidade de Viseu, na primeira metade do século XVII. A década de 1740 veio trazer nova vida ao mosteiro, e a igreja que hoje conhecemos é a face ainda visível desta campanha de obras que revalorizou uma casa então bastante arruinada. Estabelecidos os primeiros religiosos em Orgens, cedo a nobreza de Viseu beneficiou o mosteiro com donativos, tornando-se a sua igreja num dos espaços preferidos para enterramento destas famílias. Deve-se, no entanto, ao rei D. Afonso V a maior contribuição em esmolas e pedraria, que permitiram edificar a igreja e restantes dependências. Todavia, o relativo afastamento de Viseu, a necessidade de novas obras e a humidade do local, nefasta para os religiosos, veio a ditar a sua transferência para um novo convento, a construir na cidade. O primeiro requerimento a solicitar a mudança data de 1603, mas diversos problemas atrasaram a efectivação desta medida, apenas concretizada a 6 de Março de 1635, quando foi lançada a primeira pedra na Quinta de Mançorim. Entretanto, todos estes atrasos motivaram novas obras de conservação no antigo mosteiro, tendo-se mesmo refeito a capela-mor. Mas aqui só vieram a ficar oito religiosos e um presidente, funcionando o antigo mosteiro como oratório. As obras sucedem-se em Orgens e em 1741, graças à esmola do Reverendo Manuel Ferreira, abade de Povolide, iniciou-se uma grande reforma de todos os espaços, que ficaria concluída em 1749. Foi autor do projecto o irmão arquitecto Frei Francisco de Jesus Maria, de Vila Real, construindo-se então três dormitórios de vinte celas, livraria, hospedaria, claustros com varandas no andar superior, e a igreja. A fachada do templo enquadra-se no modelo de tantas outras destes religiosos, sendo definida por pilastras de aparelho rusticado, rematadas por fogaréus, nos cunhais, e apresentando arco abatido na galilé, sobrepujado por janelão do coro que, por sua vez, é enquadrado por nichos com a imagem de São Francisco e de São Domingos. No mesmo eixo central abre-se ainda um óculo e o frontão é contracurvado, com cruz na empena. No interior, a nave única e a capela-mor, cobertas por abóbada de berço, articulam-se através de arco triunfal, sobre o qual se observa uma Crucificação ladeada pelas imagens de Nossa Senhora e São João, e em baixo o brasão do Reverendo Manuel Ferreira. Um lambril de azulejos de figura avulsa, certamente executado nas oficinas coimbrãs, cerca de 1745, percorre o espaço, no qual se destaca, ainda, o retábulo-mor, de talha dourada maneirista, atribuível ao entalhador local Francisco Lopes de Matos. Há também a assinalar os retábulos colaterais, de talha dourada, as capelas na nave abertas por arcos de pedraria, e o coro alto, com balaustres a que se sobrepõe, ao centro, uma maquineta com a imagem de São Francisco. Com a extinção das ordens religiosas, em 1834, o edifício conventual e a cerca foram vendidos e depois praticamente demolidos. A igreja passou para a posse da paróquia, que ainda hoje a conserva. O processo de extinção regista um inventário de todas as peças existentes à época. Uma referência final para o terreiro que antecede a igreja e onde se pode observar um cruzeiro com uma imagem de São Francisco datada de 1711, e a denominada fonte de ouro, inscrita num arcossólio quinhentista que pertencia, muito possivelmente, à igreja anterior. (RC) www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-im...
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Monumento a Viriato - Viseu - Portugal 🇵🇹
Monumento a Viriato - Viseu - Portugal 🇵🇹
  • Author: Portuguese_eyes Follow on flickr foto flickr
  • Date of photography: 2017-12-31 23:03:24
  • Geographical coordinates of the taken: 40°39'56"N - 7°54'39"W
  • A cidade de Viriato é mais do que os monumentos que respiram a nossa história. É também o legado arquitetónico e a memória. Os museus que pode visitar estão aqui apresentados e há ainda segredos que o convidamos a desvendar. Fica aqui uma breve introdução ao muito que pode visitar e descobrir em Viseu. Aventure-se a conhecer o nosso território imperdível! SOBRE VIRIATO (SÉC. II A.C.) - LÍDER MILITAR Viriato foi líder do Lusitanos entre 147 e 139 a.C., vencendo diversos exércitos romanos. Arquétipo da resistência ao invasor, detentor de capacidades excecionais de liderança, vencido pela traição de aliados, terá sido igualmente um homem frugal, segundo algumas fontes. Todavia, sabe-se muito pouco sobre aspetos concretos da sua biografia, o que tem dado espaço a toda uma série de conjeturas, contribuindo para a formação de um retrato idealizado, onde se mistura realidade e fantasia. Por exemplo, ao contrário do que habitualmente tem sido transmitido, as fontes disponíveis da época romana não permitem determinar o seu local de nascimento. O conjunto de povos que os Romanos designaram como Lusitanos terá vivido num território que incluiria parte da Beira portuguesa, da Estremadura espanhola e do Nordeste Alentejano. Nesse sentido, não é possível assegurar sequer que Viriato terá nascido em território atualmente português. Naturalmente, a sua atuação como líder que conseguiu a união de esforços contra um invasor comum acaba por ser ideal para suscitar esperança e motivação em épocas de crise. Nesse sentido, diversas narrativas literárias desde o século XVI difundiram um retrato mitificado do herói, realizando, de certo modo, uma transferência das suas qualidades para o povo português ou para uma região específica. A existência em Viseu de uma imponente fortificação (a “Cava de Viriato”), de cronologia algo enigmática, levou à sua atribuição, no século XVII, às lutas entre Viriato e o exército romano. Dessa suposta relação derivou uma tradicional ligação de Viriato a Viseu, consagrada no monumento a Viriato realizado pelo grande escultor espanhol Mariano Benlliure, em 1940 e instalado junto à Cava. Independentemente da cronologia da Cava, que diversos investigadores tendem atualmente a atribuir ao século X, o monumento a Viriato tornou-se um ex-libris da cidade e a imagem que mais facilmente associamos hoje a Viriato. visitviseu.pt/cidade-de-viriato
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