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How to get to Decabelos (Coimbra) Hotel Decabelos (Coimbra)

Photos of Decabelos, Coimbra

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Mosteiro de Santa Cruz - Coimbra - Portugal 🇵🇹
Mosteiro de Santa Cruz - Coimbra - Portugal 🇵🇹
  • Author: Portuguese_eyes Follow on flickr foto flickr
  • Date of photography: 2020-08-04 09:18:15
  • Geographical coordinates of the taken: 40°12'40"N - 8°25'43"W
  • Fundado em 1131 no exterior das muralhas de Coimbra, o Mosteiro de Santa Cruz foi a mais importante casa monástica nos primeiros tempos da monarquia portuguesa. Na posse da Ordem de Santo Agostinho, o Mosteiro somou benefícios papais e doações régias, o que permitiu a acumulação de um património considerável, ao mesmo tempo que consolidava a sua posição no plano político-institucional e cultural do país. A sua escola foi fundamental nestes tempos medievais e ponto de passagem obrigatória para as élites do poder e da intelectualidade. O seu scriptorium foi o responsável pela máquina de propaganda do rei D. Afonso Henriques, não estranhando, assim, que este tenha escolhido sepultar-se precisamente em Santa Cruz de Coimbra. Do primitivo mosteiro românico pouco resta. A sua construção desenrolou-se ao longo de praticamente um século, de 1131 a 1228, tendo-se dado a sagração do altar em 1150. Sabemos que tinha uma só nave, contrafortada por duas incipientes naves laterais, estas organizadas em capelas abertas para a nave central, e uma alta torre na fachada, características das construções românicas agostinhas e, muito provavelmente, fruto de um arquitecto francês, da área borgonhesa, não sendo de excluir que possa ter sido Roberto, mestre das Sés de Lisboa e de Coimbra. No nartex formado pelo espaço térreo da torre ficaram os túmulos dos dois primeiros reis portugueses, sendo Santa Cruz de Coimbra o primeiro panteão régio nacional. Como grande instituição monacal, o Mosteiro de Santa Cruz foi objecto de numerosas campanhas reformuladoras ao longo dos séculos. A principal, e que conferiu ao edifício o aspecto actual, data da primeira metade do século XVI, altura em que D. Manuel assumiu a tutela do cenóbio. Para tal recorreu a alguns dos melhores artistas que então trabalhavam no reino, Diogo de Castilho, Machim e João de Ruão, Cristóvão de Figueiredo e Vasco Fernandes, Boytac, Marcos Pires e Chanterenne. A cenográfica fachada principal foi construída em duas campanhas sucessivas. Os robustos torreões, com contrafortes em quilha, datam dos primeiros anos do século, mais propriamente entre 1507 e 1513. O portal, elemento emblemático de toda a campanha quinhentista, foi concebido por Diogo de Castilho, mas a sua realização deve-se a Nicolau de Chanterenne, entre 1522 e 1526, escultor que realizou também as três esculturas de vulto que encimam a entrada. Também os túmulos de D. Afonso Henriques e seu sucessor, D. Sancho I, foram reformulados e transferidos para a capela-mor em 1530, onde ainda hoje se encontram, inseridos numa obra escultórica da autoria de Nicolau de Chanterenne. O interior da igreja foi também profundamente alterado, tendo os trabalhos sido conduzidos primeiro por Boytac e depois por Diogo de Castilho. Ao primeiro deve-se o abobadamento da nave, e ao segundo o coro-alto, erguido c. 1530, com a sua abóbada estrelada. A extensão das obras manuelino-renascentistas de Santa Cruz encontra-se ainda testemunhada em outras áreas. O claustro data de inícios do século e as obras principais sido dirigidas por Marcos Pires. Ainda no interior da igreja, o cadeiral manuelino do coro-alto é uma obra de referência e revela as tendências hispano-flamengas do seu construtor, Machim. Também o púlpito renascentista merece um especial destaque, pela carga mitológica da sua iconografia, já claramente renascentista. A Sacristia maneirista, da autoria de Pedro Nunes Tinoco, foi construída entre 1622 e 1624, e nela se conservam algumas das pinturas mais antigas do mosteiro, como o Pentecostes de Vasco Fernandes. As obras barrocas não alteraram significativamente o conjunto e adaptaram-se ao pré-existente, como o provam os revestimentos azulejares da primeira metade do século XVIII, o órgão do espanhol Gomes Herrera, ou ainda o retábulo-mor, de talha imitando mármore. A igreja foi reconhecida como Panteão Nacional pela Assembleia da República, em diploma publicado no DR, I Série, 22-08-2003, Lei n.º 35/2003 PAF www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-im...
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Mosteiro de Santa Cruz - Coimbra - Portugal 🇵🇹
Mosteiro de Santa Cruz - Coimbra - Portugal 🇵🇹
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  • Date of photography: 2020-08-04 09:18:41
  • Geographical coordinates of the taken: 40°12'40"N - 8°25'42"W
  • Fundado em 1131 no exterior das muralhas de Coimbra, o Mosteiro de Santa Cruz foi a mais importante casa monástica nos primeiros tempos da monarquia portuguesa. Na posse da Ordem de Santo Agostinho, o Mosteiro somou benefícios papais e doações régias, o que permitiu a acumulação de um património considerável, ao mesmo tempo que consolidava a sua posição no plano político-institucional e cultural do país. A sua escola foi fundamental nestes tempos medievais e ponto de passagem obrigatória para as élites do poder e da intelectualidade. O seu scriptorium foi o responsável pela máquina de propaganda do rei D. Afonso Henriques, não estranhando, assim, que este tenha escolhido sepultar-se precisamente em Santa Cruz de Coimbra. Do primitivo mosteiro românico pouco resta. A sua construção desenrolou-se ao longo de praticamente um século, de 1131 a 1228, tendo-se dado a sagração do altar em 1150. Sabemos que tinha uma só nave, contrafortada por duas incipientes naves laterais, estas organizadas em capelas abertas para a nave central, e uma alta torre na fachada, características das construções românicas agostinhas e, muito provavelmente, fruto de um arquitecto francês, da área borgonhesa, não sendo de excluir que possa ter sido Roberto, mestre das Sés de Lisboa e de Coimbra. No nartex formado pelo espaço térreo da torre ficaram os túmulos dos dois primeiros reis portugueses, sendo Santa Cruz de Coimbra o primeiro panteão régio nacional. Como grande instituição monacal, o Mosteiro de Santa Cruz foi objecto de numerosas campanhas reformuladoras ao longo dos séculos. A principal, e que conferiu ao edifício o aspecto actual, data da primeira metade do século XVI, altura em que D. Manuel assumiu a tutela do cenóbio. Para tal recorreu a alguns dos melhores artistas que então trabalhavam no reino, Diogo de Castilho, Machim e João de Ruão, Cristóvão de Figueiredo e Vasco Fernandes, Boytac, Marcos Pires e Chanterenne. A cenográfica fachada principal foi construída em duas campanhas sucessivas. Os robustos torreões, com contrafortes em quilha, datam dos primeiros anos do século, mais propriamente entre 1507 e 1513. O portal, elemento emblemático de toda a campanha quinhentista, foi concebido por Diogo de Castilho, mas a sua realização deve-se a Nicolau de Chanterenne, entre 1522 e 1526, escultor que realizou também as três esculturas de vulto que encimam a entrada. Também os túmulos de D. Afonso Henriques e seu sucessor, D. Sancho I, foram reformulados e transferidos para a capela-mor em 1530, onde ainda hoje se encontram, inseridos numa obra escultórica da autoria de Nicolau de Chanterenne. O interior da igreja foi também profundamente alterado, tendo os trabalhos sido conduzidos primeiro por Boytac e depois por Diogo de Castilho. Ao primeiro deve-se o abobadamento da nave, e ao segundo o coro-alto, erguido c. 1530, com a sua abóbada estrelada. A extensão das obras manuelino-renascentistas de Santa Cruz encontra-se ainda testemunhada em outras áreas. O claustro data de inícios do século e as obras principais sido dirigidas por Marcos Pires. Ainda no interior da igreja, o cadeiral manuelino do coro-alto é uma obra de referência e revela as tendências hispano-flamengas do seu construtor, Machim. Também o púlpito renascentista merece um especial destaque, pela carga mitológica da sua iconografia, já claramente renascentista. A Sacristia maneirista, da autoria de Pedro Nunes Tinoco, foi construída entre 1622 e 1624, e nela se conservam algumas das pinturas mais antigas do mosteiro, como o Pentecostes de Vasco Fernandes. As obras barrocas não alteraram significativamente o conjunto e adaptaram-se ao pré-existente, como o provam os revestimentos azulejares da primeira metade do século XVIII, o órgão do espanhol Gomes Herrera, ou ainda o retábulo-mor, de talha imitando mármore. A igreja foi reconhecida como Panteão Nacional pela Assembleia da República, em diploma publicado no DR, I Série, 22-08-2003, Lei n.º 35/2003 PAF www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-im...
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Hotel Decabelos
Mosteiro de Santa Cruz - Coimbra - Portugal 🇵🇹
Mosteiro de Santa Cruz - Coimbra - Portugal 🇵🇹
  • Author: Portuguese_eyes Follow on flickr foto flickr
  • Date of photography: 2020-08-04 09:14:47
  • Geographical coordinates of the taken: 40°12'40"N - 8°25'43"W
  • Fundado em 1131 no exterior das muralhas de Coimbra, o Mosteiro de Santa Cruz foi a mais importante casa monástica nos primeiros tempos da monarquia portuguesa. Na posse da Ordem de Santo Agostinho, o Mosteiro somou benefícios papais e doações régias, o que permitiu a acumulação de um património considerável, ao mesmo tempo que consolidava a sua posição no plano político-institucional e cultural do país. A sua escola foi fundamental nestes tempos medievais e ponto de passagem obrigatória para as élites do poder e da intelectualidade. O seu scriptorium foi o responsável pela máquina de propaganda do rei D. Afonso Henriques, não estranhando, assim, que este tenha escolhido sepultar-se precisamente em Santa Cruz de Coimbra. Do primitivo mosteiro românico pouco resta. A sua construção desenrolou-se ao longo de praticamente um século, de 1131 a 1228, tendo-se dado a sagração do altar em 1150. Sabemos que tinha uma só nave, contrafortada por duas incipientes naves laterais, estas organizadas em capelas abertas para a nave central, e uma alta torre na fachada, características das construções românicas agostinhas e, muito provavelmente, fruto de um arquitecto francês, da área borgonhesa, não sendo de excluir que possa ter sido Roberto, mestre das Sés de Lisboa e de Coimbra. No nartex formado pelo espaço térreo da torre ficaram os túmulos dos dois primeiros reis portugueses, sendo Santa Cruz de Coimbra o primeiro panteão régio nacional. Como grande instituição monacal, o Mosteiro de Santa Cruz foi objecto de numerosas campanhas reformuladoras ao longo dos séculos. A principal, e que conferiu ao edifício o aspecto actual, data da primeira metade do século XVI, altura em que D. Manuel assumiu a tutela do cenóbio. Para tal recorreu a alguns dos melhores artistas que então trabalhavam no reino, Diogo de Castilho, Machim e João de Ruão, Cristóvão de Figueiredo e Vasco Fernandes, Boytac, Marcos Pires e Chanterenne. A cenográfica fachada principal foi construída em duas campanhas sucessivas. Os robustos torreões, com contrafortes em quilha, datam dos primeiros anos do século, mais propriamente entre 1507 e 1513. O portal, elemento emblemático de toda a campanha quinhentista, foi concebido por Diogo de Castilho, mas a sua realização deve-se a Nicolau de Chanterenne, entre 1522 e 1526, escultor que realizou também as três esculturas de vulto que encimam a entrada. Também os túmulos de D. Afonso Henriques e seu sucessor, D. Sancho I, foram reformulados e transferidos para a capela-mor em 1530, onde ainda hoje se encontram, inseridos numa obra escultórica da autoria de Nicolau de Chanterenne. O interior da igreja foi também profundamente alterado, tendo os trabalhos sido conduzidos primeiro por Boytac e depois por Diogo de Castilho. Ao primeiro deve-se o abobadamento da nave, e ao segundo o coro-alto, erguido c. 1530, com a sua abóbada estrelada. A extensão das obras manuelino-renascentistas de Santa Cruz encontra-se ainda testemunhada em outras áreas. O claustro data de inícios do século e as obras principais sido dirigidas por Marcos Pires. Ainda no interior da igreja, o cadeiral manuelino do coro-alto é uma obra de referência e revela as tendências hispano-flamengas do seu construtor, Machim. Também o púlpito renascentista merece um especial destaque, pela carga mitológica da sua iconografia, já claramente renascentista. A Sacristia maneirista, da autoria de Pedro Nunes Tinoco, foi construída entre 1622 e 1624, e nela se conservam algumas das pinturas mais antigas do mosteiro, como o Pentecostes de Vasco Fernandes. As obras barrocas não alteraram significativamente o conjunto e adaptaram-se ao pré-existente, como o provam os revestimentos azulejares da primeira metade do século XVIII, o órgão do espanhol Gomes Herrera, ou ainda o retábulo-mor, de talha imitando mármore. A igreja foi reconhecida como Panteão Nacional pela Assembleia da República, em diploma publicado no DR, I Série, 22-08-2003, Lei n.º 35/2003 PAF www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-im...
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Mosteiro de Santa Cruz - Coimbra - Portugal 🇵🇹
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  • Date of photography: 2020-08-04 09:16:55
  • Geographical coordinates of the taken: 40°12'40"N - 8°25'42"W
  • Fundado em 1131 no exterior das muralhas de Coimbra, o Mosteiro de Santa Cruz foi a mais importante casa monástica nos primeiros tempos da monarquia portuguesa. Na posse da Ordem de Santo Agostinho, o Mosteiro somou benefícios papais e doações régias, o que permitiu a acumulação de um património considerável, ao mesmo tempo que consolidava a sua posição no plano político-institucional e cultural do país. A sua escola foi fundamental nestes tempos medievais e ponto de passagem obrigatória para as élites do poder e da intelectualidade. O seu scriptorium foi o responsável pela máquina de propaganda do rei D. Afonso Henriques, não estranhando, assim, que este tenha escolhido sepultar-se precisamente em Santa Cruz de Coimbra. Do primitivo mosteiro românico pouco resta. A sua construção desenrolou-se ao longo de praticamente um século, de 1131 a 1228, tendo-se dado a sagração do altar em 1150. Sabemos que tinha uma só nave, contrafortada por duas incipientes naves laterais, estas organizadas em capelas abertas para a nave central, e uma alta torre na fachada, características das construções românicas agostinhas e, muito provavelmente, fruto de um arquitecto francês, da área borgonhesa, não sendo de excluir que possa ter sido Roberto, mestre das Sés de Lisboa e de Coimbra. No nartex formado pelo espaço térreo da torre ficaram os túmulos dos dois primeiros reis portugueses, sendo Santa Cruz de Coimbra o primeiro panteão régio nacional. Como grande instituição monacal, o Mosteiro de Santa Cruz foi objecto de numerosas campanhas reformuladoras ao longo dos séculos. A principal, e que conferiu ao edifício o aspecto actual, data da primeira metade do século XVI, altura em que D. Manuel assumiu a tutela do cenóbio. Para tal recorreu a alguns dos melhores artistas que então trabalhavam no reino, Diogo de Castilho, Machim e João de Ruão, Cristóvão de Figueiredo e Vasco Fernandes, Boytac, Marcos Pires e Chanterenne. A cenográfica fachada principal foi construída em duas campanhas sucessivas. Os robustos torreões, com contrafortes em quilha, datam dos primeiros anos do século, mais propriamente entre 1507 e 1513. O portal, elemento emblemático de toda a campanha quinhentista, foi concebido por Diogo de Castilho, mas a sua realização deve-se a Nicolau de Chanterenne, entre 1522 e 1526, escultor que realizou também as três esculturas de vulto que encimam a entrada. Também os túmulos de D. Afonso Henriques e seu sucessor, D. Sancho I, foram reformulados e transferidos para a capela-mor em 1530, onde ainda hoje se encontram, inseridos numa obra escultórica da autoria de Nicolau de Chanterenne. O interior da igreja foi também profundamente alterado, tendo os trabalhos sido conduzidos primeiro por Boytac e depois por Diogo de Castilho. Ao primeiro deve-se o abobadamento da nave, e ao segundo o coro-alto, erguido c. 1530, com a sua abóbada estrelada. A extensão das obras manuelino-renascentistas de Santa Cruz encontra-se ainda testemunhada em outras áreas. O claustro data de inícios do século e as obras principais sido dirigidas por Marcos Pires. Ainda no interior da igreja, o cadeiral manuelino do coro-alto é uma obra de referência e revela as tendências hispano-flamengas do seu construtor, Machim. Também o púlpito renascentista merece um especial destaque, pela carga mitológica da sua iconografia, já claramente renascentista. A Sacristia maneirista, da autoria de Pedro Nunes Tinoco, foi construída entre 1622 e 1624, e nela se conservam algumas das pinturas mais antigas do mosteiro, como o Pentecostes de Vasco Fernandes. As obras barrocas não alteraram significativamente o conjunto e adaptaram-se ao pré-existente, como o provam os revestimentos azulejares da primeira metade do século XVIII, o órgão do espanhol Gomes Herrera, ou ainda o retábulo-mor, de talha imitando mármore. A igreja foi reconhecida como Panteão Nacional pela Assembleia da República, em diploma publicado no DR, I Série, 22-08-2003, Lei n.º 35/2003 PAF www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-im...
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Mosteiro de Santa Cruz - Coimbra - Portugal 🇵🇹
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  • Date of photography: 2020-08-04 12:25:57
  • Geographical coordinates of the taken: 40°12'40"N - 8°25'42"W
  • Fundado em 1131 no exterior das muralhas de Coimbra, o Mosteiro de Santa Cruz foi a mais importante casa monástica nos primeiros tempos da monarquia portuguesa. Na posse da Ordem de Santo Agostinho, o Mosteiro somou benefícios papais e doações régias, o que permitiu a acumulação de um património considerável, ao mesmo tempo que consolidava a sua posição no plano político-institucional e cultural do país. A sua escola foi fundamental nestes tempos medievais e ponto de passagem obrigatória para as élites do poder e da intelectualidade. O seu scriptorium foi o responsável pela máquina de propaganda do rei D. Afonso Henriques, não estranhando, assim, que este tenha escolhido sepultar-se precisamente em Santa Cruz de Coimbra. Do primitivo mosteiro românico pouco resta. A sua construção desenrolou-se ao longo de praticamente um século, de 1131 a 1228, tendo-se dado a sagração do altar em 1150. Sabemos que tinha uma só nave, contrafortada por duas incipientes naves laterais, estas organizadas em capelas abertas para a nave central, e uma alta torre na fachada, características das construções românicas agostinhas e, muito provavelmente, fruto de um arquitecto francês, da área borgonhesa, não sendo de excluir que possa ter sido Roberto, mestre das Sés de Lisboa e de Coimbra. No nartex formado pelo espaço térreo da torre ficaram os túmulos dos dois primeiros reis portugueses, sendo Santa Cruz de Coimbra o primeiro panteão régio nacional. Como grande instituição monacal, o Mosteiro de Santa Cruz foi objecto de numerosas campanhas reformuladoras ao longo dos séculos. A principal, e que conferiu ao edifício o aspecto actual, data da primeira metade do século XVI, altura em que D. Manuel assumiu a tutela do cenóbio. Para tal recorreu a alguns dos melhores artistas que então trabalhavam no reino, Diogo de Castilho, Machim e João de Ruão, Cristóvão de Figueiredo e Vasco Fernandes, Boytac, Marcos Pires e Chanterenne. A cenográfica fachada principal foi construída em duas campanhas sucessivas. Os robustos torreões, com contrafortes em quilha, datam dos primeiros anos do século, mais propriamente entre 1507 e 1513. O portal, elemento emblemático de toda a campanha quinhentista, foi concebido por Diogo de Castilho, mas a sua realização deve-se a Nicolau de Chanterenne, entre 1522 e 1526, escultor que realizou também as três esculturas de vulto que encimam a entrada. Também os túmulos de D. Afonso Henriques e seu sucessor, D. Sancho I, foram reformulados e transferidos para a capela-mor em 1530, onde ainda hoje se encontram, inseridos numa obra escultórica da autoria de Nicolau de Chanterenne. O interior da igreja foi também profundamente alterado, tendo os trabalhos sido conduzidos primeiro por Boytac e depois por Diogo de Castilho. Ao primeiro deve-se o abobadamento da nave, e ao segundo o coro-alto, erguido c. 1530, com a sua abóbada estrelada. A extensão das obras manuelino-renascentistas de Santa Cruz encontra-se ainda testemunhada em outras áreas. O claustro data de inícios do século e as obras principais sido dirigidas por Marcos Pires. Ainda no interior da igreja, o cadeiral manuelino do coro-alto é uma obra de referência e revela as tendências hispano-flamengas do seu construtor, Machim. Também o púlpito renascentista merece um especial destaque, pela carga mitológica da sua iconografia, já claramente renascentista. A Sacristia maneirista, da autoria de Pedro Nunes Tinoco, foi construída entre 1622 e 1624, e nela se conservam algumas das pinturas mais antigas do mosteiro, como o Pentecostes de Vasco Fernandes. As obras barrocas não alteraram significativamente o conjunto e adaptaram-se ao pré-existente, como o provam os revestimentos azulejares da primeira metade do século XVIII, o órgão do espanhol Gomes Herrera, ou ainda o retábulo-mor, de talha imitando mármore. A igreja foi reconhecida como Panteão Nacional pela Assembleia da República, em diploma publicado no DR, I Série, 22-08-2003, Lei n.º 35/2003 PAF www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-im...
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Mosteiro de Santa Cruz - Coimbra - Portugal 🇵🇹
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  • Date of photography: 2020-08-04 12:26:12
  • Geographical coordinates of the taken: 40°12'40"N - 8°25'42"W
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Coimbra - Río Mondego
Coimbra - Río Mondego
  • Author: Buenaventura Carmona Hernández Follow on flickr foto flickr
  • Date of photography: 2020-10-30 14:52:24
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Aguarela de outono!!
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  • Date of photography: 2020-10-31 16:53:48
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Coimbra
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Espelho de água de outono!!
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  • Date of photography: 2020-10-30 12:27:09
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Coimbra
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  • Author: Etienne Despois Follow on flickr foto flickr
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Uma folha de outono!!
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  • Date of photography: 2020-10-31 16:30:55
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IMG_20201102_103704
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  • Author: augusto gomes Follow on flickr foto flickr
  • Date of photography: 2020-01-19 09:01:04
  • Geographical coordinates of the taken: 40°12'28"N - 8°25'37"W
  • Universidade de Coimbra Alta Coimbra 2020
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Coimbra - Universidade de Coimbra
Coimbra - Universidade de Coimbra
  • Author: Buenaventura Carmona Hernández Follow on flickr foto flickr
  • Date of photography: 2020-10-30 15:58:07
  • Geographical coordinates of the taken: 40°12'25"N - 8°25'34"W
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