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How to get to Vil de Soito (Viseu) Hotel Vil de Soito (Viseu)

Photos of Vil de Soito, Viseu

photos found. 42. Photos on the current page: 15
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Viseu - street art
Viseu - street art
  • Author: jaime.silva Follow on flickr foto flickr
  • Date of photography: 2019-05-21 16:18:22
  • Geographical coordinates of the taken: 40°40'40"N - 7°55'34"W
  • work by Rosário Pinheiro, 2019
  • License*: Attribution-NonCommercial-NoDerivs License - photo in flikr foto flickr
    *The photographs are copyrighted by their respective owners.
Convento de São Francisco - Orgens - Portugal 🇵🇹
Convento de São Francisco - Orgens - Portugal 🇵🇹
  • Author: Portuguese_eyes Follow on flickr foto flickr
  • Date of photography: 2018-01-01 11:24:23
  • Geographical coordinates of the taken: 40°40'13"N - 7°56'24"W
  • Do antigo mosteiro de São Francisco do Monte de Orgens apenas subsiste a igreja, transformada em paroquial aquando da extinção das ordens religiosas, parte do refeitório, o lageado do claustro e os perfis da arcaria a Sul, confinante com o templo. Fundado em 1410 por Frei Pedro de Alemanços, natural da Galiza, este mosteiro franciscano teve a sua origem numa pequena ermida dedicada a São Domingos que existia no local onde foi depois levantada a igreja e as dependências. Ao longo das centúrias seguintes foi objecto de múltiplas intervenções arquitectónicas, decorativas e das próprias vivências, com a transferência dos religiosos para a cidade de Viseu, na primeira metade do século XVII. A década de 1740 veio trazer nova vida ao mosteiro, e a igreja que hoje conhecemos é a face ainda visível desta campanha de obras que revalorizou uma casa então bastante arruinada. Estabelecidos os primeiros religiosos em Orgens, cedo a nobreza de Viseu beneficiou o mosteiro com donativos, tornando-se a sua igreja num dos espaços preferidos para enterramento destas famílias. Deve-se, no entanto, ao rei D. Afonso V a maior contribuição em esmolas e pedraria, que permitiram edificar a igreja e restantes dependências. Todavia, o relativo afastamento de Viseu, a necessidade de novas obras e a humidade do local, nefasta para os religiosos, veio a ditar a sua transferência para um novo convento, a construir na cidade. O primeiro requerimento a solicitar a mudança data de 1603, mas diversos problemas atrasaram a efectivação desta medida, apenas concretizada a 6 de Março de 1635, quando foi lançada a primeira pedra na Quinta de Mançorim. Entretanto, todos estes atrasos motivaram novas obras de conservação no antigo mosteiro, tendo-se mesmo refeito a capela-mor. Mas aqui só vieram a ficar oito religiosos e um presidente, funcionando o antigo mosteiro como oratório. As obras sucedem-se em Orgens e em 1741, graças à esmola do Reverendo Manuel Ferreira, abade de Povolide, iniciou-se uma grande reforma de todos os espaços, que ficaria concluída em 1749. Foi autor do projecto o irmão arquitecto Frei Francisco de Jesus Maria, de Vila Real, construindo-se então três dormitórios de vinte celas, livraria, hospedaria, claustros com varandas no andar superior, e a igreja. A fachada do templo enquadra-se no modelo de tantas outras destes religiosos, sendo definida por pilastras de aparelho rusticado, rematadas por fogaréus, nos cunhais, e apresentando arco abatido na galilé, sobrepujado por janelão do coro que, por sua vez, é enquadrado por nichos com a imagem de São Francisco e de São Domingos. No mesmo eixo central abre-se ainda um óculo e o frontão é contracurvado, com cruz na empena. No interior, a nave única e a capela-mor, cobertas por abóbada de berço, articulam-se através de arco triunfal, sobre o qual se observa uma Crucificação ladeada pelas imagens de Nossa Senhora e São João, e em baixo o brasão do Reverendo Manuel Ferreira. Um lambril de azulejos de figura avulsa, certamente executado nas oficinas coimbrãs, cerca de 1745, percorre o espaço, no qual se destaca, ainda, o retábulo-mor, de talha dourada maneirista, atribuível ao entalhador local Francisco Lopes de Matos. Há também a assinalar os retábulos colaterais, de talha dourada, as capelas na nave abertas por arcos de pedraria, e o coro alto, com balaustres a que se sobrepõe, ao centro, uma maquineta com a imagem de São Francisco. Com a extinção das ordens religiosas, em 1834, o edifício conventual e a cerca foram vendidos e depois praticamente demolidos. A igreja passou para a posse da paróquia, que ainda hoje a conserva. O processo de extinção regista um inventário de todas as peças existentes à época. Uma referência final para o terreiro que antecede a igreja e onde se pode observar um cruzeiro com uma imagem de São Francisco datada de 1711, e a denominada fonte de ouro, inscrita num arcossólio quinhentista que pertencia, muito possivelmente, à igreja anterior. (RC) www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-im...
  • License*: Attribution-NonCommercial-ShareAlike License - photo in flikr foto flickr
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Hotel Vil de Soito
Convento de São Francisco - Orgens - Portugal 🇵🇹
Convento de São Francisco - Orgens - Portugal 🇵🇹
  • Author: Portuguese_eyes Follow on flickr foto flickr
  • Date of photography: 2018-01-01 11:25:21
  • Geographical coordinates of the taken: 40°40'13"N - 7°56'24"W
  • Do antigo mosteiro de São Francisco do Monte de Orgens apenas subsiste a igreja, transformada em paroquial aquando da extinção das ordens religiosas, parte do refeitório, o lageado do claustro e os perfis da arcaria a Sul, confinante com o templo. Fundado em 1410 por Frei Pedro de Alemanços, natural da Galiza, este mosteiro franciscano teve a sua origem numa pequena ermida dedicada a São Domingos que existia no local onde foi depois levantada a igreja e as dependências. Ao longo das centúrias seguintes foi objecto de múltiplas intervenções arquitectónicas, decorativas e das próprias vivências, com a transferência dos religiosos para a cidade de Viseu, na primeira metade do século XVII. A década de 1740 veio trazer nova vida ao mosteiro, e a igreja que hoje conhecemos é a face ainda visível desta campanha de obras que revalorizou uma casa então bastante arruinada. Estabelecidos os primeiros religiosos em Orgens, cedo a nobreza de Viseu beneficiou o mosteiro com donativos, tornando-se a sua igreja num dos espaços preferidos para enterramento destas famílias. Deve-se, no entanto, ao rei D. Afonso V a maior contribuição em esmolas e pedraria, que permitiram edificar a igreja e restantes dependências. Todavia, o relativo afastamento de Viseu, a necessidade de novas obras e a humidade do local, nefasta para os religiosos, veio a ditar a sua transferência para um novo convento, a construir na cidade. O primeiro requerimento a solicitar a mudança data de 1603, mas diversos problemas atrasaram a efectivação desta medida, apenas concretizada a 6 de Março de 1635, quando foi lançada a primeira pedra na Quinta de Mançorim. Entretanto, todos estes atrasos motivaram novas obras de conservação no antigo mosteiro, tendo-se mesmo refeito a capela-mor. Mas aqui só vieram a ficar oito religiosos e um presidente, funcionando o antigo mosteiro como oratório. As obras sucedem-se em Orgens e em 1741, graças à esmola do Reverendo Manuel Ferreira, abade de Povolide, iniciou-se uma grande reforma de todos os espaços, que ficaria concluída em 1749. Foi autor do projecto o irmão arquitecto Frei Francisco de Jesus Maria, de Vila Real, construindo-se então três dormitórios de vinte celas, livraria, hospedaria, claustros com varandas no andar superior, e a igreja. A fachada do templo enquadra-se no modelo de tantas outras destes religiosos, sendo definida por pilastras de aparelho rusticado, rematadas por fogaréus, nos cunhais, e apresentando arco abatido na galilé, sobrepujado por janelão do coro que, por sua vez, é enquadrado por nichos com a imagem de São Francisco e de São Domingos. No mesmo eixo central abre-se ainda um óculo e o frontão é contracurvado, com cruz na empena. No interior, a nave única e a capela-mor, cobertas por abóbada de berço, articulam-se através de arco triunfal, sobre o qual se observa uma Crucificação ladeada pelas imagens de Nossa Senhora e São João, e em baixo o brasão do Reverendo Manuel Ferreira. Um lambril de azulejos de figura avulsa, certamente executado nas oficinas coimbrãs, cerca de 1745, percorre o espaço, no qual se destaca, ainda, o retábulo-mor, de talha dourada maneirista, atribuível ao entalhador local Francisco Lopes de Matos. Há também a assinalar os retábulos colaterais, de talha dourada, as capelas na nave abertas por arcos de pedraria, e o coro alto, com balaustres a que se sobrepõe, ao centro, uma maquineta com a imagem de São Francisco. Com a extinção das ordens religiosas, em 1834, o edifício conventual e a cerca foram vendidos e depois praticamente demolidos. A igreja passou para a posse da paróquia, que ainda hoje a conserva. O processo de extinção regista um inventário de todas as peças existentes à época. Uma referência final para o terreiro que antecede a igreja e onde se pode observar um cruzeiro com uma imagem de São Francisco datada de 1711, e a denominada fonte de ouro, inscrita num arcossólio quinhentista que pertencia, muito possivelmente, à igreja anterior. (RC) www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-im...
  • License*: Attribution-NonCommercial-ShareAlike License - photo in flikr foto flickr
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Igreja Matriz de Abraveses - Portugal 🇵🇹
Igreja Matriz de Abraveses - Portugal 🇵🇹
  • Author: Portuguese_eyes Follow on flickr foto flickr
  • Date of photography: 2017-12-13 23:49:06
  • Geographical coordinates of the taken: 40°40'40"N - 7°55'17"W
  • A igreja de Abraveses, construída no inicio do século XX. está situada no Largo do Rossio, ou também conhecido pelos locais como o Arraial, é neste espaço que até há poucos anos se fazia as festas de Abraveses. Servia também e serve presentemente com espaço de encontro dos habitantes da terra, espaço de lazer e brincadeiras para tantas crianças. Na sua fachada pode-se ver a imagem da padroeira da terra, Nossa Senhora dos Prazeres. No dia 12 de Junho celebra-se o dia da padroeira, tendo lugar uma procissão com partida e chegada na Igreja Matriz de Abraveses. No recinto onde esta se encontra, pode-se também observar o Cruzeiro, monumento este inicialmente colocado no espaço frontal à catedral, que foi posteriormente recolocado em pleno epicentro do Arraial. À direita da Igreja pode-se ainda ver o monumento comemorativo dos 8 Séculos de Portugal. www.geocaching.com/geocache/GC34ZNC_igreja-matriz-de-abra...
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Convento de São Francisco - Orgens - Portugal 🇵🇹
Convento de São Francisco - Orgens - Portugal 🇵🇹
  • Author: Portuguese_eyes Follow on flickr foto flickr
  • Date of photography: 2018-01-01 11:25:34
  • Geographical coordinates of the taken: 40°40'13"N - 7°56'24"W
  • Do antigo mosteiro de São Francisco do Monte de Orgens apenas subsiste a igreja, transformada em paroquial aquando da extinção das ordens religiosas, parte do refeitório, o lageado do claustro e os perfis da arcaria a Sul, confinante com o templo. Fundado em 1410 por Frei Pedro de Alemanços, natural da Galiza, este mosteiro franciscano teve a sua origem numa pequena ermida dedicada a São Domingos que existia no local onde foi depois levantada a igreja e as dependências. Ao longo das centúrias seguintes foi objecto de múltiplas intervenções arquitectónicas, decorativas e das próprias vivências, com a transferência dos religiosos para a cidade de Viseu, na primeira metade do século XVII. A década de 1740 veio trazer nova vida ao mosteiro, e a igreja que hoje conhecemos é a face ainda visível desta campanha de obras que revalorizou uma casa então bastante arruinada. Estabelecidos os primeiros religiosos em Orgens, cedo a nobreza de Viseu beneficiou o mosteiro com donativos, tornando-se a sua igreja num dos espaços preferidos para enterramento destas famílias. Deve-se, no entanto, ao rei D. Afonso V a maior contribuição em esmolas e pedraria, que permitiram edificar a igreja e restantes dependências. Todavia, o relativo afastamento de Viseu, a necessidade de novas obras e a humidade do local, nefasta para os religiosos, veio a ditar a sua transferência para um novo convento, a construir na cidade. O primeiro requerimento a solicitar a mudança data de 1603, mas diversos problemas atrasaram a efectivação desta medida, apenas concretizada a 6 de Março de 1635, quando foi lançada a primeira pedra na Quinta de Mançorim. Entretanto, todos estes atrasos motivaram novas obras de conservação no antigo mosteiro, tendo-se mesmo refeito a capela-mor. Mas aqui só vieram a ficar oito religiosos e um presidente, funcionando o antigo mosteiro como oratório. As obras sucedem-se em Orgens e em 1741, graças à esmola do Reverendo Manuel Ferreira, abade de Povolide, iniciou-se uma grande reforma de todos os espaços, que ficaria concluída em 1749. Foi autor do projecto o irmão arquitecto Frei Francisco de Jesus Maria, de Vila Real, construindo-se então três dormitórios de vinte celas, livraria, hospedaria, claustros com varandas no andar superior, e a igreja. A fachada do templo enquadra-se no modelo de tantas outras destes religiosos, sendo definida por pilastras de aparelho rusticado, rematadas por fogaréus, nos cunhais, e apresentando arco abatido na galilé, sobrepujado por janelão do coro que, por sua vez, é enquadrado por nichos com a imagem de São Francisco e de São Domingos. No mesmo eixo central abre-se ainda um óculo e o frontão é contracurvado, com cruz na empena. No interior, a nave única e a capela-mor, cobertas por abóbada de berço, articulam-se através de arco triunfal, sobre o qual se observa uma Crucificação ladeada pelas imagens de Nossa Senhora e São João, e em baixo o brasão do Reverendo Manuel Ferreira. Um lambril de azulejos de figura avulsa, certamente executado nas oficinas coimbrãs, cerca de 1745, percorre o espaço, no qual se destaca, ainda, o retábulo-mor, de talha dourada maneirista, atribuível ao entalhador local Francisco Lopes de Matos. Há também a assinalar os retábulos colaterais, de talha dourada, as capelas na nave abertas por arcos de pedraria, e o coro alto, com balaustres a que se sobrepõe, ao centro, uma maquineta com a imagem de São Francisco. Com a extinção das ordens religiosas, em 1834, o edifício conventual e a cerca foram vendidos e depois praticamente demolidos. A igreja passou para a posse da paróquia, que ainda hoje a conserva. O processo de extinção regista um inventário de todas as peças existentes à época. Uma referência final para o terreiro que antecede a igreja e onde se pode observar um cruzeiro com uma imagem de São Francisco datada de 1711, e a denominada fonte de ouro, inscrita num arcossólio quinhentista que pertencia, muito possivelmente, à igreja anterior. (RC) www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-im...
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Pelourinho de Abraveses - Portugal 🇵🇹
Pelourinho de Abraveses - Portugal 🇵🇹
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  • Date of photography: 2017-12-13 23:46:16
  • Geographical coordinates of the taken: 40°40'40"N - 7°55'18"W
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Convento de São Francisco - Orgens - Portugal 🇵🇹
Convento de São Francisco - Orgens - Portugal 🇵🇹
  • Author: Portuguese_eyes Follow on flickr foto flickr
  • Date of photography: 2017-12-13 23:47:41
  • Geographical coordinates of the taken: 40°40'12"N - 7°56'24"W
  • Do antigo mosteiro de São Francisco do Monte de Orgens apenas subsiste a igreja, transformada em paroquial aquando da extinção das ordens religiosas, parte do refeitório, o lageado do claustro e os perfis da arcaria a Sul, confinante com o templo. Fundado em 1410 por Frei Pedro de Alemanços, natural da Galiza, este mosteiro franciscano teve a sua origem numa pequena ermida dedicada a São Domingos que existia no local onde foi depois levantada a igreja e as dependências. Ao longo das centúrias seguintes foi objecto de múltiplas intervenções arquitectónicas, decorativas e das próprias vivências, com a transferência dos religiosos para a cidade de Viseu, na primeira metade do século XVII. A década de 1740 veio trazer nova vida ao mosteiro, e a igreja que hoje conhecemos é a face ainda visível desta campanha de obras que revalorizou uma casa então bastante arruinada. Estabelecidos os primeiros religiosos em Orgens, cedo a nobreza de Viseu beneficiou o mosteiro com donativos, tornando-se a sua igreja num dos espaços preferidos para enterramento destas famílias. Deve-se, no entanto, ao rei D. Afonso V a maior contribuição em esmolas e pedraria, que permitiram edificar a igreja e restantes dependências. Todavia, o relativo afastamento de Viseu, a necessidade de novas obras e a humidade do local, nefasta para os religiosos, veio a ditar a sua transferência para um novo convento, a construir na cidade. O primeiro requerimento a solicitar a mudança data de 1603, mas diversos problemas atrasaram a efectivação desta medida, apenas concretizada a 6 de Março de 1635, quando foi lançada a primeira pedra na Quinta de Mançorim. Entretanto, todos estes atrasos motivaram novas obras de conservação no antigo mosteiro, tendo-se mesmo refeito a capela-mor. Mas aqui só vieram a ficar oito religiosos e um presidente, funcionando o antigo mosteiro como oratório. As obras sucedem-se em Orgens e em 1741, graças à esmola do Reverendo Manuel Ferreira, abade de Povolide, iniciou-se uma grande reforma de todos os espaços, que ficaria concluída em 1749. Foi autor do projecto o irmão arquitecto Frei Francisco de Jesus Maria, de Vila Real, construindo-se então três dormitórios de vinte celas, livraria, hospedaria, claustros com varandas no andar superior, e a igreja. A fachada do templo enquadra-se no modelo de tantas outras destes religiosos, sendo definida por pilastras de aparelho rusticado, rematadas por fogaréus, nos cunhais, e apresentando arco abatido na galilé, sobrepujado por janelão do coro que, por sua vez, é enquadrado por nichos com a imagem de São Francisco e de São Domingos. No mesmo eixo central abre-se ainda um óculo e o frontão é contracurvado, com cruz na empena. No interior, a nave única e a capela-mor, cobertas por abóbada de berço, articulam-se através de arco triunfal, sobre o qual se observa uma Crucificação ladeada pelas imagens de Nossa Senhora e São João, e em baixo o brasão do Reverendo Manuel Ferreira. Um lambril de azulejos de figura avulsa, certamente executado nas oficinas coimbrãs, cerca de 1745, percorre o espaço, no qual se destaca, ainda, o retábulo-mor, de talha dourada maneirista, atribuível ao entalhador local Francisco Lopes de Matos. Há também a assinalar os retábulos colaterais, de talha dourada, as capelas na nave abertas por arcos de pedraria, e o coro alto, com balaustres a que se sobrepõe, ao centro, uma maquineta com a imagem de São Francisco. Com a extinção das ordens religiosas, em 1834, o edifício conventual e a cerca foram vendidos e depois praticamente demolidos. A igreja passou para a posse da paróquia, que ainda hoje a conserva. O processo de extinção regista um inventário de todas as peças existentes à época. Uma referência final para o terreiro que antecede a igreja e onde se pode observar um cruzeiro com uma imagem de São Francisco datada de 1711, e a denominada fonte de ouro, inscrita num arcossólio quinhentista que pertencia, muito possivelmente, à igreja anterior. (RC) www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-im...
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Pelourinho de Abravezes - Portugal 🇵🇹
Pelourinho de Abravezes - Portugal 🇵🇹
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  • Date of photography: 2017-12-13 23:46:30
  • Geographical coordinates of the taken: 40°40'40"N - 7°55'17"W
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Convento de São Francisco - Orgens - Portugal 🇵🇹
Convento de São Francisco - Orgens - Portugal 🇵🇹
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  • Date of photography: 2017-12-08 19:04:31
  • Geographical coordinates of the taken: 40°40'12"N - 7°56'24"W
  • Do antigo mosteiro de São Francisco do Monte de Orgens apenas subsiste a igreja, transformada em paroquial aquando da extinção das ordens religiosas, parte do refeitório, o lageado do claustro e os perfis da arcaria a Sul, confinante com o templo. Fundado em 1410 por Frei Pedro de Alemanços, natural da Galiza, este mosteiro franciscano teve a sua origem numa pequena ermida dedicada a São Domingos que existia no local onde foi depois levantada a igreja e as dependências. Ao longo das centúrias seguintes foi objecto de múltiplas intervenções arquitectónicas, decorativas e das próprias vivências, com a transferência dos religiosos para a cidade de Viseu, na primeira metade do século XVII. A década de 1740 veio trazer nova vida ao mosteiro, e a igreja que hoje conhecemos é a face ainda visível desta campanha de obras que revalorizou uma casa então bastante arruinada. Estabelecidos os primeiros religiosos em Orgens, cedo a nobreza de Viseu beneficiou o mosteiro com donativos, tornando-se a sua igreja num dos espaços preferidos para enterramento destas famílias. Deve-se, no entanto, ao rei D. Afonso V a maior contribuição em esmolas e pedraria, que permitiram edificar a igreja e restantes dependências. Todavia, o relativo afastamento de Viseu, a necessidade de novas obras e a humidade do local, nefasta para os religiosos, veio a ditar a sua transferência para um novo convento, a construir na cidade. O primeiro requerimento a solicitar a mudança data de 1603, mas diversos problemas atrasaram a efectivação desta medida, apenas concretizada a 6 de Março de 1635, quando foi lançada a primeira pedra na Quinta de Mançorim. Entretanto, todos estes atrasos motivaram novas obras de conservação no antigo mosteiro, tendo-se mesmo refeito a capela-mor. Mas aqui só vieram a ficar oito religiosos e um presidente, funcionando o antigo mosteiro como oratório. As obras sucedem-se em Orgens e em 1741, graças à esmola do Reverendo Manuel Ferreira, abade de Povolide, iniciou-se uma grande reforma de todos os espaços, que ficaria concluída em 1749. Foi autor do projecto o irmão arquitecto Frei Francisco de Jesus Maria, de Vila Real, construindo-se então três dormitórios de vinte celas, livraria, hospedaria, claustros com varandas no andar superior, e a igreja. A fachada do templo enquadra-se no modelo de tantas outras destes religiosos, sendo definida por pilastras de aparelho rusticado, rematadas por fogaréus, nos cunhais, e apresentando arco abatido na galilé, sobrepujado por janelão do coro que, por sua vez, é enquadrado por nichos com a imagem de São Francisco e de São Domingos. No mesmo eixo central abre-se ainda um óculo e o frontão é contracurvado, com cruz na empena. No interior, a nave única e a capela-mor, cobertas por abóbada de berço, articulam-se através de arco triunfal, sobre o qual se observa uma Crucificação ladeada pelas imagens de Nossa Senhora e São João, e em baixo o brasão do Reverendo Manuel Ferreira. Um lambril de azulejos de figura avulsa, certamente executado nas oficinas coimbrãs, cerca de 1745, percorre o espaço, no qual se destaca, ainda, o retábulo-mor, de talha dourada maneirista, atribuível ao entalhador local Francisco Lopes de Matos. Há também a assinalar os retábulos colaterais, de talha dourada, as capelas na nave abertas por arcos de pedraria, e o coro alto, com balaustres a que se sobrepõe, ao centro, uma maquineta com a imagem de São Francisco. Com a extinção das ordens religiosas, em 1834, o edifício conventual e a cerca foram vendidos e depois praticamente demolidos. A igreja passou para a posse da paróquia, que ainda hoje a conserva. O processo de extinção regista um inventário de todas as peças existentes à época. Uma referência final para o terreiro que antecede a igreja e onde se pode observar um cruzeiro com uma imagem de São Francisco datada de 1711, e a denominada fonte de ouro, inscrita num arcossólio quinhentista que pertencia, muito possivelmente, à igreja anterior. (RC) www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-im...
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Convento de São Francisco - Orgens - Portugal 🇵🇹
Convento de São Francisco - Orgens - Portugal 🇵🇹
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  • Date of photography: 2017-12-08 19:05:50
  • Geographical coordinates of the taken: 40°40'12"N - 7°56'23"W
  • Do antigo mosteiro de São Francisco do Monte de Orgens apenas subsiste a igreja, transformada em paroquial aquando da extinção das ordens religiosas, parte do refeitório, o lageado do claustro e os perfis da arcaria a Sul, confinante com o templo. Fundado em 1410 por Frei Pedro de Alemanços, natural da Galiza, este mosteiro franciscano teve a sua origem numa pequena ermida dedicada a São Domingos que existia no local onde foi depois levantada a igreja e as dependências. Ao longo das centúrias seguintes foi objecto de múltiplas intervenções arquitectónicas, decorativas e das próprias vivências, com a transferência dos religiosos para a cidade de Viseu, na primeira metade do século XVII. A década de 1740 veio trazer nova vida ao mosteiro, e a igreja que hoje conhecemos é a face ainda visível desta campanha de obras que revalorizou uma casa então bastante arruinada. Estabelecidos os primeiros religiosos em Orgens, cedo a nobreza de Viseu beneficiou o mosteiro com donativos, tornando-se a sua igreja num dos espaços preferidos para enterramento destas famílias. Deve-se, no entanto, ao rei D. Afonso V a maior contribuição em esmolas e pedraria, que permitiram edificar a igreja e restantes dependências. Todavia, o relativo afastamento de Viseu, a necessidade de novas obras e a humidade do local, nefasta para os religiosos, veio a ditar a sua transferência para um novo convento, a construir na cidade. O primeiro requerimento a solicitar a mudança data de 1603, mas diversos problemas atrasaram a efectivação desta medida, apenas concretizada a 6 de Março de 1635, quando foi lançada a primeira pedra na Quinta de Mançorim. Entretanto, todos estes atrasos motivaram novas obras de conservação no antigo mosteiro, tendo-se mesmo refeito a capela-mor. Mas aqui só vieram a ficar oito religiosos e um presidente, funcionando o antigo mosteiro como oratório. As obras sucedem-se em Orgens e em 1741, graças à esmola do Reverendo Manuel Ferreira, abade de Povolide, iniciou-se uma grande reforma de todos os espaços, que ficaria concluída em 1749. Foi autor do projecto o irmão arquitecto Frei Francisco de Jesus Maria, de Vila Real, construindo-se então três dormitórios de vinte celas, livraria, hospedaria, claustros com varandas no andar superior, e a igreja. A fachada do templo enquadra-se no modelo de tantas outras destes religiosos, sendo definida por pilastras de aparelho rusticado, rematadas por fogaréus, nos cunhais, e apresentando arco abatido na galilé, sobrepujado por janelão do coro que, por sua vez, é enquadrado por nichos com a imagem de São Francisco e de São Domingos. No mesmo eixo central abre-se ainda um óculo e o frontão é contracurvado, com cruz na empena. No interior, a nave única e a capela-mor, cobertas por abóbada de berço, articulam-se através de arco triunfal, sobre o qual se observa uma Crucificação ladeada pelas imagens de Nossa Senhora e São João, e em baixo o brasão do Reverendo Manuel Ferreira. Um lambril de azulejos de figura avulsa, certamente executado nas oficinas coimbrãs, cerca de 1745, percorre o espaço, no qual se destaca, ainda, o retábulo-mor, de talha dourada maneirista, atribuível ao entalhador local Francisco Lopes de Matos. Há também a assinalar os retábulos colaterais, de talha dourada, as capelas na nave abertas por arcos de pedraria, e o coro alto, com balaustres a que se sobrepõe, ao centro, uma maquineta com a imagem de São Francisco. Com a extinção das ordens religiosas, em 1834, o edifício conventual e a cerca foram vendidos e depois praticamente demolidos. A igreja passou para a posse da paróquia, que ainda hoje a conserva. O processo de extinção regista um inventário de todas as peças existentes à época. Uma referência final para o terreiro que antecede a igreja e onde se pode observar um cruzeiro com uma imagem de São Francisco datada de 1711, e a denominada fonte de ouro, inscrita num arcossólio quinhentista que pertencia, muito possivelmente, à igreja anterior. (RC) www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-im...
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Minas do Museu do Quartzo - Viseu - Portugal 🇵🇹
Minas do Museu do Quartzo - Viseu - Portugal 🇵🇹
  • Author: Portuguese_eyes Follow on flickr foto flickr
  • Date of photography: 2017-08-22 11:24:59
  • Geographical coordinates of the taken: 40°41'49"N - 7°55'16"W
  • 1.Missão e objetivo: O Museu do Quartzo pretende suscitar interesse pelo património geológico como parte integrante do património natural, promovendo a sua proteção, preservação e valorização. Visa dar a conhecer a geologia regional e o quartzo no contexto geológico e mineralógico e constituir-se como mais-valia pedagógico-didática para os vários níveis de escolaridade. O projeto em que se enquadra o Museu do Quartzo visou a requalificação do Monte de Santa Luzia, que durante alguns anos, foi alvo de exploração desse mineral. O aproveitamento deste recurso deixou uma cratera, como que uma janela aberta na crosta terrestre que vale a pena observar. Por solicitação da Câmara Municipal de Viseu, o Museu Nacional de História Natural, da Universidade de Lisboa, concebeu um projeto de valorização do sítio, envolvendo a sua aceitação como um geomonumento. 1.1. História e Edifício Breve apresentação - O Museu foi concebido com dois pisos, disponibiliza uma área total de 1240 metros quadrados. O edifício, conta com um piso inferior, onde se destaca a exposição permanente dedicada ao quartzo, com uma forte componente interativa onde o mineral é explorado em toda a sua importância mineralógica, geológica e económica. O primeiro piso disponibiliza também um auditório, uma sala de estudo e uma biblioteca. O piso superior do edifício conta com uma área para exposições temporárias, uma área adaptada para experimentação pedagógica e um espaço para os mais pequenos - Rochas, Rochinhas, Minerais e Miúdos. Exposição permanente A exposição permanente do Museu do Quartzo distribui-se em 6 núcleos: • Núcleo 1 | Santa Luzia: O Monte e o Filão • Núcleo 2 | A Terra: Fonte de Quartzo • Núcleo 3 | Minerais: O Reino do Quartzo • Núcleo 4 | Laboratório: As Propriedades dos Minerais • Núcleo 5 | Cristais de Quartzo • Núcleo 6 | Aplicações: O Quartzo no Tempo e na História Exposição "A Tua Casa – O Teu Reino Mineral" A presença de rochas, minerais e elementos na nossa casa. Desde sempre os recursos minerais tiveram uma importância significativa na sociedade. Nenhuma civilização pode prescindir do uso dos bens minerais uma vez que muitas das necessidades básicas do ser humano dependem largamente destes recursos. Pretende-se demonstrar a enorme importância dos recursos minerais no nosso quotidiano, pelas inúmeras aplicações em objetos do dia-a-dia. Experimentação pedagógica Aqui as crianças poderão realizar as mais variadas experiências relacionadas com a geologia, a mineralogia e as ciências da Terra em geral, poderão observar à lupa binocular algumas rochas e minerais. Têm também disponíveis jogos de computador sobre rochas, minerais e geologia em geral. www.cm-viseu.pt/index.php/multimedia/multimedia-9/6-festa...
  • License*: Attribution-NonCommercial-ShareAlike License - photo in flikr foto flickr
    *The photographs are copyrighted by their respective owners.
Museu do Quartzo - Viseu - Portugal 🇵🇹
Museu do Quartzo - Viseu - Portugal 🇵🇹
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  • Date of photography: 2017-08-22 11:26:28
  • Geographical coordinates of the taken: 40°41'47"N - 7°55'14"W
  • 1.Missão e objetivo: O Museu do Quartzo pretende suscitar interesse pelo património geológico como parte integrante do património natural, promovendo a sua proteção, preservação e valorização. Visa dar a conhecer a geologia regional e o quartzo no contexto geológico e mineralógico e constituir-se como mais-valia pedagógico-didática para os vários níveis de escolaridade. O projeto em que se enquadra o Museu do Quartzo visou a requalificação do Monte de Santa Luzia, que durante alguns anos, foi alvo de exploração desse mineral. O aproveitamento deste recurso deixou uma cratera, como que uma janela aberta na crosta terrestre que vale a pena observar. Por solicitação da Câmara Municipal de Viseu, o Museu Nacional de História Natural, da Universidade de Lisboa, concebeu um projeto de valorização do sítio, envolvendo a sua aceitação como um geomonumento. 1.1. História e Edifício Breve apresentação - O Museu foi concebido com dois pisos, disponibiliza uma área total de 1240 metros quadrados. O edifício, conta com um piso inferior, onde se destaca a exposição permanente dedicada ao quartzo, com uma forte componente interativa onde o mineral é explorado em toda a sua importância mineralógica, geológica e económica. O primeiro piso disponibiliza também um auditório, uma sala de estudo e uma biblioteca. O piso superior do edifício conta com uma área para exposições temporárias, uma área adaptada para experimentação pedagógica e um espaço para os mais pequenos - Rochas, Rochinhas, Minerais e Miúdos. Exposição permanente A exposição permanente do Museu do Quartzo distribui-se em 6 núcleos: • Núcleo 1 | Santa Luzia: O Monte e o Filão • Núcleo 2 | A Terra: Fonte de Quartzo • Núcleo 3 | Minerais: O Reino do Quartzo • Núcleo 4 | Laboratório: As Propriedades dos Minerais • Núcleo 5 | Cristais de Quartzo • Núcleo 6 | Aplicações: O Quartzo no Tempo e na História Exposição "A Tua Casa – O Teu Reino Mineral" A presença de rochas, minerais e elementos na nossa casa. Desde sempre os recursos minerais tiveram uma importância significativa na sociedade. Nenhuma civilização pode prescindir do uso dos bens minerais uma vez que muitas das necessidades básicas do ser humano dependem largamente destes recursos. Pretende-se demonstrar a enorme importância dos recursos minerais no nosso quotidiano, pelas inúmeras aplicações em objetos do dia-a-dia. Experimentação pedagógica Aqui as crianças poderão realizar as mais variadas experiências relacionadas com a geologia, a mineralogia e as ciências da Terra em geral, poderão observar à lupa binocular algumas rochas e minerais. Têm também disponíveis jogos de computador sobre rochas, minerais e geologia em geral. www.cm-viseu.pt/index.php/multimedia/multimedia-9/6-festa...
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Museu do Quartzo - Viseu - Portugal 🇵🇹
Museu do Quartzo - Viseu - Portugal 🇵🇹
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  • Date of photography: 2017-08-22 11:26:43
  • Geographical coordinates of the taken: 40°41'52"N - 7°55'16"W
  • 1.Missão e objetivo: O Museu do Quartzo pretende suscitar interesse pelo património geológico como parte integrante do património natural, promovendo a sua proteção, preservação e valorização. Visa dar a conhecer a geologia regional e o quartzo no contexto geológico e mineralógico e constituir-se como mais-valia pedagógico-didática para os vários níveis de escolaridade. O projeto em que se enquadra o Museu do Quartzo visou a requalificação do Monte de Santa Luzia, que durante alguns anos, foi alvo de exploração desse mineral. O aproveitamento deste recurso deixou uma cratera, como que uma janela aberta na crosta terrestre que vale a pena observar. Por solicitação da Câmara Municipal de Viseu, o Museu Nacional de História Natural, da Universidade de Lisboa, concebeu um projeto de valorização do sítio, envolvendo a sua aceitação como um geomonumento. 1.1. História e Edifício Breve apresentação - O Museu foi concebido com dois pisos, disponibiliza uma área total de 1240 metros quadrados. O edifício, conta com um piso inferior, onde se destaca a exposição permanente dedicada ao quartzo, com uma forte componente interativa onde o mineral é explorado em toda a sua importância mineralógica, geológica e económica. O primeiro piso disponibiliza também um auditório, uma sala de estudo e uma biblioteca. O piso superior do edifício conta com uma área para exposições temporárias, uma área adaptada para experimentação pedagógica e um espaço para os mais pequenos - Rochas, Rochinhas, Minerais e Miúdos. Exposição permanente A exposição permanente do Museu do Quartzo distribui-se em 6 núcleos: • Núcleo 1 | Santa Luzia: O Monte e o Filão • Núcleo 2 | A Terra: Fonte de Quartzo • Núcleo 3 | Minerais: O Reino do Quartzo • Núcleo 4 | Laboratório: As Propriedades dos Minerais • Núcleo 5 | Cristais de Quartzo • Núcleo 6 | Aplicações: O Quartzo no Tempo e na História Exposição "A Tua Casa – O Teu Reino Mineral" A presença de rochas, minerais e elementos na nossa casa. Desde sempre os recursos minerais tiveram uma importância significativa na sociedade. Nenhuma civilização pode prescindir do uso dos bens minerais uma vez que muitas das necessidades básicas do ser humano dependem largamente destes recursos. Pretende-se demonstrar a enorme importância dos recursos minerais no nosso quotidiano, pelas inúmeras aplicações em objetos do dia-a-dia. Experimentação pedagógica Aqui as crianças poderão realizar as mais variadas experiências relacionadas com a geologia, a mineralogia e as ciências da Terra em geral, poderão observar à lupa binocular algumas rochas e minerais. Têm também disponíveis jogos de computador sobre rochas, minerais e geologia em geral. www.cm-viseu.pt/index.php/multimedia/multimedia-9/6-festa...
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Convento de São Francisco - Orgens - Portugal 🇵🇹
Convento de São Francisco - Orgens - Portugal 🇵🇹
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  • Date of photography: 2017-12-13 23:48:00
  • Geographical coordinates of the taken: 40°40'12"N - 7°56'22"W
  • Do antigo mosteiro de São Francisco do Monte de Orgens apenas subsiste a igreja, transformada em paroquial aquando da extinção das ordens religiosas, parte do refeitório, o lageado do claustro e os perfis da arcaria a Sul, confinante com o templo. Fundado em 1410 por Frei Pedro de Alemanços, natural da Galiza, este mosteiro franciscano teve a sua origem numa pequena ermida dedicada a São Domingos que existia no local onde foi depois levantada a igreja e as dependências. Ao longo das centúrias seguintes foi objecto de múltiplas intervenções arquitectónicas, decorativas e das próprias vivências, com a transferência dos religiosos para a cidade de Viseu, na primeira metade do século XVII. A década de 1740 veio trazer nova vida ao mosteiro, e a igreja que hoje conhecemos é a face ainda visível desta campanha de obras que revalorizou uma casa então bastante arruinada. Estabelecidos os primeiros religiosos em Orgens, cedo a nobreza de Viseu beneficiou o mosteiro com donativos, tornando-se a sua igreja num dos espaços preferidos para enterramento destas famílias. Deve-se, no entanto, ao rei D. Afonso V a maior contribuição em esmolas e pedraria, que permitiram edificar a igreja e restantes dependências. Todavia, o relativo afastamento de Viseu, a necessidade de novas obras e a humidade do local, nefasta para os religiosos, veio a ditar a sua transferência para um novo convento, a construir na cidade. O primeiro requerimento a solicitar a mudança data de 1603, mas diversos problemas atrasaram a efectivação desta medida, apenas concretizada a 6 de Março de 1635, quando foi lançada a primeira pedra na Quinta de Mançorim. Entretanto, todos estes atrasos motivaram novas obras de conservação no antigo mosteiro, tendo-se mesmo refeito a capela-mor. Mas aqui só vieram a ficar oito religiosos e um presidente, funcionando o antigo mosteiro como oratório. As obras sucedem-se em Orgens e em 1741, graças à esmola do Reverendo Manuel Ferreira, abade de Povolide, iniciou-se uma grande reforma de todos os espaços, que ficaria concluída em 1749. Foi autor do projecto o irmão arquitecto Frei Francisco de Jesus Maria, de Vila Real, construindo-se então três dormitórios de vinte celas, livraria, hospedaria, claustros com varandas no andar superior, e a igreja. A fachada do templo enquadra-se no modelo de tantas outras destes religiosos, sendo definida por pilastras de aparelho rusticado, rematadas por fogaréus, nos cunhais, e apresentando arco abatido na galilé, sobrepujado por janelão do coro que, por sua vez, é enquadrado por nichos com a imagem de São Francisco e de São Domingos. No mesmo eixo central abre-se ainda um óculo e o frontão é contracurvado, com cruz na empena. No interior, a nave única e a capela-mor, cobertas por abóbada de berço, articulam-se através de arco triunfal, sobre o qual se observa uma Crucificação ladeada pelas imagens de Nossa Senhora e São João, e em baixo o brasão do Reverendo Manuel Ferreira. Um lambril de azulejos de figura avulsa, certamente executado nas oficinas coimbrãs, cerca de 1745, percorre o espaço, no qual se destaca, ainda, o retábulo-mor, de talha dourada maneirista, atribuível ao entalhador local Francisco Lopes de Matos. Há também a assinalar os retábulos colaterais, de talha dourada, as capelas na nave abertas por arcos de pedraria, e o coro alto, com balaustres a que se sobrepõe, ao centro, uma maquineta com a imagem de São Francisco. Com a extinção das ordens religiosas, em 1834, o edifício conventual e a cerca foram vendidos e depois praticamente demolidos. A igreja passou para a posse da paróquia, que ainda hoje a conserva. O processo de extinção regista um inventário de todas as peças existentes à época. Uma referência final para o terreiro que antecede a igreja e onde se pode observar um cruzeiro com uma imagem de São Francisco datada de 1711, e a denominada fonte de ouro, inscrita num arcossólio quinhentista que pertencia, muito possivelmente, à igreja anterior. (RC) www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-im...
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Estrada Romana de Orgens - Portugal 🇵🇹
Estrada Romana de Orgens - Portugal 🇵🇹
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  • Date of photography: 2017-12-13 23:48:36
  • Geographical coordinates of the taken: 40°40'11"N - 7°56'21"W
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